Na parcial de setembro, o preço médio do suíno negociado na região SP-5 (Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba) já subiu quase 10%.
Poder de compra do suinocultor frente aos insumos sobe pelo 5º mês, aponta Cepea

De acordo com os dados divulgados nesta quinta-feira (24/09) pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq/USP, os preços do milho e do farelo de soja, importantes insumos de alimentação da suinocultura, seguem em alta. Apesar disso, cálculos do Cepea mostram que o poder de compra do produtor do estado de São Paulo se mantém em elevação.
Segundo pesquisadores, esse movimento de avanço no poder de compra, inclusive, vem sendo observado há cinco meses e está atrelado à escalada de preços do suíno. A forte valorização do animal vivo no mercado independente, por sua vez, se deve à oferta reduzida de animais para abate e às aquecidas exportações da proteína nos últimos meses.
Na parcial de setembro, o preço médio do suíno negociado na região SP-5 (Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba) já subiu quase 10%.
Leia também no Agrimídia:
- •Filipinas ampliam compras e impulsionam exportações brasileiras de carne suína em fevereiro
- •Custos de ração baixos e carne bovina cara podem favorecer suinocultura em 2026
- •Reino Unido recolhe produto de carne suína após detecção de Salmonella
- •Reino Unido retira produtos suínos após escândalo sanitário envolvendo peste suína africana no Vietnã




















