Medidas restritivas para conter pandemia deve limitar a comercialização da proteína
Preço da carne suína reage, mas medidas restritivas podem limitar avanço nos próximos dias

De acordo com os dados divulgados nesta quinta-feira (11/03) pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea),após consecutivos recuos na primeira quinzena de fevereiro, os preços da carne suína reagiram no final daquele mês, movimento que continuou sendo observado nos primeiros dias de março.
Para os próximos dias, porém, pesquisadores do Cepea indicam que a expectativa do setor é de queda nos valores da carne, fundamentada nas medidas de restrições mais rígidas adotadas em diversas regiões do País, na tentativa de conter a pandemia de covid-19, e que deve limitar a comercialização da proteína.
Quanto às exportações de carne suína in natura, na primeira semana de março, estiveram aquecidas. Segundo dados parciais da Secex, nos cinco primeiros dias úteis do mês, o Brasil embarcou 4,2 mil toneladas/dia, aumento de 6,4% frente à média de fevereiro, mês em que o ritmo dos embarques já esteve acima dos anteriores. O avanço nos embarques tem sido atribuído à retomada das compras por parte da China, que havia interrompido em janeiro parte de seus pedidos.
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