O início de julho e o consequente aquecimento na demanda fizeram com que os preços do frango inteiro reagissem na maioria das praças acompanhadas pelo Cepea
Início de mês eleva demanda, mas preço do frango reage pouco

De acordo com os dados divulgados nesta sexta-feira (08/07) pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq-USP), início de julho e o consequente aquecimento na demanda – de modo geral, por conta do recebimento dos salários por parte da população – fizeram com que os preços do frango inteiro reagissem na maioria das praças acompanhadas pelo Cepea nesta semana.
Ainda assim, os aumentos nos preços foram comedidos. Isso porque parte dos vendedores está receosa de que elevações muito intensas possam retrair a procura pela carne. Já no front externo, a demanda internacional pela carne brasileira está aquecida. Assim, o volume embarcado em junho apresentou bom desempenho e a receita gerada com as vendas externas foi recorde no mês.
Leia também no Agrimídia:
- •Custos, sanidade e mercado externo marcam semana no agro com impacto direto nas proteínas
- •Produção de carne de frango bate recorde em 2025, mas oferta elevada pressiona preços
- •Preço dos ovos recua no fim da Quaresma, mas média mensal ainda acumula alta
- •Automação: robô inspirado em movimentos humanos avança no processamento de frangos





















