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BASF dá dicas para o controle da ferrugem asiática na soja

O manejo correto da soja reduz o risco com a doença e aumenta a produtividade no campo

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BASF dá dicas para o controle da ferrugem asiática na soja

Uma maior produtividade e rentabilidade no cultivo da soja dependem da utilização correta de boas práticas agrícolas. Entre os fatores que podem impactar no rendimento de grãos está a ferrugem asiática, doença presente em todo o país e que provoca perdas significativas na lavoura de soja. Nesse sentido, a BASF preparou algumas dicas de manejo para o controle da doença na soja.

A ferrugem asiática é considerada a principal doença do cultivo da soja no Brasil, principalmente pela sua agressividade, favorecida pelo clima nas diversas regiões onde a oleaginosa é cultivada, e por conseguir se propagar facilmente pelo vento. Os sintomas iniciais que evidenciam a ocorrência do fungo são lesões cinzas nas folhas que aparecem em qualquer estágio de desenvolvimento da planta.

O mais importante fator na disseminação e propagação da doença nas lavouras comerciais é a presença de plantas voluntárias na área. Segundo dados da Embrapa, 5 estados brasileiros já possuem registros desse tipo de contaminação, destaque para Mato Grosso, São Paulo e Paraná.

“Nós temos um cenário extremamente favorável para multiplicação das doenças. Para evitar a disseminação da praga é muito importante o conhecimento das características da região que ajudam na proliferação da ferrugem, como o clima, altitude, época de semeadura e o manejo correto da lavoura” comenta o Valtemir José Carlin, parceiro da BASF e engenheiro agrônomo.

Algumas técnicas de controle da ferrugem asiática no campo podem auxiliar na convivência com este fungo, porém o grande desafio está no uso de soluções eficientes e que contribuam para o manejo de resistência ao fungo.

 Confira abaixo as ferramentas que podem ajudar no controle da ferrugem asiática:

 – Escolha de sementes certificadas: Na busca por uma lavoura de soja produtiva e rentável o agricultor deve estar atento na hora de escolher sementes certificadas e de qualidade, já que são essenciais para alcançar bons resultados.

– Considerar os fatores de escape sempre que possível: Escalonamento de semeadura em relação ao ciclo da cultura. Fazer a semeadura sempre que o clima estiver favorável, esta prática favorece o desenvolvimento uniforme das plantas, minimiza a incidência de doenças e o risco de replantios.  

– Qualidade de aplicação: Utilização de equipamentos conservados, com pontas em bom estado, dosagem corretas, taxa de aplicação adequada ao estágio da cultura, além de cuidar da temperatura e ventos no momento da aplicação, são alguns pontos que dever ser observados.

– Respeitar a bula do produto: Seguir as orientações inerentes de cada produto presentes na bula, como por exemplo dosagem, taxa de aplicação, o intervalo entre aplicações, momento da aplicação em relação à temperatura, presença ou ausência do fungo e presença de ventos.

–  Uso de fungicidas protetores: Este grupo de produtos é muito importante no manejo da resistência e atua de forma preventiva, controlando a doença mesmo antes de sua penetração nos tecidos vegetais da planta. Para melhores resultados e aproveitamento desta ferramenta é importante associar com a aplicação de produtos sistêmicos.

– Entender a dinâmica de cada epidemia: Consulte sempre um profissional habilitado para extrair o melhor resultado de cada ferramenta.  

– Monitoramento: É preciso adotar uma estratégia de monitoramento contínuo das lavouras para que a tomada de decisão do produtor rural seja cada vez mais assertiva.

 

 

 

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