Zoé DAvila, presidente da UBA destaca dois problemas principais.
Avicultura reclama do excesso de burocracia no setor
Redação AI (22/03/06)- O Brasil é um dos países mais burocráticos do mundo e a praga da burocracia se estende a todos os níveis de governo. Não iria ser diferente no caso das negociações entre o governo e os fiscais agropecuários. Também não iria ser diferente nessa questão da regionalização. Felizmente, após um atraso de dois meses sobre o prazo previsto pelo próprio Ministro da Agricultura, a portaria que institui o plano foi publicada neste dia 17 de fevereiro, disse Zoé dAvila.
Prejuízos
O presidente da UBA acompanha atentamente o desenvolvimento dessas duas questões e participou nesta segunda-feira (20/03) de uma reunião com os fiscais agropecuários, ocasião em que tratou dos enormes prejuízos que uma eventual paralisação desses profissionais causaria ao setor avícola, com interrupção das exportações e acúmulo de estoques.O governo e os fiscais precisam negociar, esgotar todas as possibilidades de entendimento, e a avicultura está ajudando a viabilizar um acordo. É do interesse de todos e é de interesse do Brasil, afirmou.
Em relação à portaria da Secretaria de Defesa Agropecuária (DAS) que estabelece o Plano de Prevenção da Influenza Aviária, publicada anteontem com prazo de 30 dias para consulta pública, Zoé Silveira dAvila manifestou a satisfação da avicultura com o reconhecimento, pelo governo federal, da necessidade de dotar o País da infra-estrutura de vigilância sanitária capaz de prevenir o ingresso de doenças exóticas de aves no território brasileiro.
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Segundo explicou, o conteúdo da portaria da DAS segue as linhas principais do projeto elaborado pela UBA há quase dois anos e apresentado em novembro de 2004 ao Ministério da Agricultura





















