Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 71,09 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,00 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 128,80 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,12 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,94 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,64 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,78 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 178,01 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 188,37 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 200,90 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 209,26 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 168,82 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 194,84 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,05 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,09 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.211,34 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.091,60 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 206,04 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 183,84 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 170,25 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 178,62 / cx

CNA divulga indicadores rurais

Saldo comercial do agronegócio deve cair 3,7% em 2006 segundo a entidade.

Compartilhar essa notícia

 A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) divulgou, nesta quarta-feira (12/07), os resultados dos principais indicadores econômicos do setor: o Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) que trata da estimativa de faturamento do setor primário, o Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio, da pecuária e da agricultura e os resultados da balança comercial do agronegócio no primeiro semestre de 2006.

Segundo a pesquisa realizada pela CNA, apesar do aumento da safra de grãos, estimado em 4,8%, prevê-se, para 2006, uma queda de 4% no faturamento do setor em relação a 2005, calculado sobre os 25 principais produtos da agropecuária.

O principal produto da agropecuária brasileira, em termos de faturamento, continua sendo a carne bovina, no valor de R$ 29,15 bilhões previstos para 2006. Esse número representa uma queda de 8,6% em relação ao faturamento apresentado em 2005. Mais uma vez, o preço pago ao produtor continua sendo a principal causa. Seguindo a ordem de importância de faturamento está a soja, registrando uma queda de 13,9%, o frango (-3%), cana-de-açúcar (+17,3%) e leite (-7,8%). A justificativa para o aumento da cana se deve ao crescimento da safra e da elevação dos preços.

O Produto Interno Bruto registrado no primeiro quadrimestre de 2006 registrou queda generalizada na pecuária (-1,48%), agricultura (-1,42%) e consequentemente no agronegócio (-0,69%). As quedas projetam, para 2006, uma redução no PIB do agronegócio em 1,94%, ou perda de R$ 10,43 bilhões em relação ao mesmo período de 2005.

A justificativa para essa queda se concentra no setor primário, e menos no setor de insumos e distribuição que começa a sentir os efeitos. Com isso, o PIB da agropecuária atinge uma projeção negativa para 2006, com queda prevista de 4,27%, ou R$ 6,54 bilhões. As causas são as mesmas do faturamento: queda de preços.

Em relação à balança comercial do agronegócio, os dados acumulados no primeiro semestre de 2006 registram exportações recordes, embora decrescentes. De janeiro a junho de 2006, as exportações do agronegócio foram de US$ 21,35 bilhões, com um crescimento de 5,7% em relação ao mesmo período no ano passado. No mesmo período do ano anterior, as exportações do primeiro semestre haviam crescido 13,5% em relação a 2004. Essa redução no ritmo de crescimento das exportações reduziu a participação das exportações do agronegócio nas exportações totais brasileiras de 37,6% para 35%. Já as importações do agronegócio registraram crescimento de 20%, enquanto no ano anterior haviam crescido apenas 2,9%.

Os destaques positivos na balança comercial são o açúcar e o álcool, com crescimento de 21,8%, e o complexo soja, com aumento de 17% no grão e queda no farelo e no óleo. De acordo com a CNA, as distorções na tributação dentro do complexo soja desestimula a industrialização da soja no Brasil, fazendo com que o farelo e o óleo percam força no exterior e o país acabe exportando cada vez mais matéria prima.

A balança das carnes se manteve estável (+ 16,3%), com destaque para a carne bovina. O crescimento se deve ao aumento no preço médio da tonelada exportada. O destaque negativo fica com a carne suína (-26,5%), em decorrência do embargo da Rússia ao produto brasileiro.

Assuntos Relacionados
agronegócioCNA
Mais lidas

Atualizando dados.

Cotação
Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 71,09
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 122,00
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 128,80
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 10,12
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 6,94
    kg
  • Suíno - Estadual
    MG
    R$ 6,76
    kg
  • Suíno - Estadual
    PR
    R$ 6,67
    kg
  • Suíno - Estadual
    SC
    R$ 6,64
    kg
  • Suíno - Estadual
    RS
    R$ 6,78
    kg
  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 178,01
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Branco
    R$ 188,37
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 200,90
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 209,26
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 168,82
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 194,84
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,05
    kg
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,09
    kg
  • Trigo Atacado - Regional
    PR
    R$ 1.211,34
    t
  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.091,60
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 206,04
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 183,84
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 170,25
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 178,62
    cx

Relacionados

SUINOCULTURA 328
Anuário AI – Edição 1342
Anuário SI – Edição 327
SI – Edição 326
AI – 1341