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Guedes quer mais investimento privado em pesquisa

Para o ministro, a pesquisa é um investimento com resultados a médio e longo prazos, trazendo desenvolvimento e tecnologias para o país.

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Redação (24/11/06) – O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Luís Carlos Guedes Pinto, participou hoje (23/11) em Brasília, da abertura do Workshop de lançamento nacional da Soja de Alta Proteína. Durante o evento, Guedes disse que o Brasil precisa investir em pesquisas com auxílio do setor privado.  O Brasil investe pouco em pesquisa comparado aos países desenvolvidos. O grande problema é que praticamente a totalidade das pesquisas são desenvolvidas com recursos públicos, lamentou o ministro. Guedes elogiou a iniciativa do Grupo Campo, idealizador da pesquisa da soja de alta proteína, e disse que o exemplo da empresa deve ser seguido por outras instituições privadas.

A pesquisa da soja de alta proteína começou a ser desenvolvida em 1992, tendo como modelo a soja japonesa, de alta qualidade. No decorrer do projeto, o diretor geral da Campo Biotecnologia, Sebastião Pedro da Silva Neto, adaptou o  produto japonês às condições da região dos Cerrados. Foram utilizados métodos de melhoramento genético convencional, apoiados em técnicas de biotecnologia. Com isso, foram criados sete tipos de cultivares adaptadas às condições de produção dos cerrados brasileiros. A soja de alta proteína é apta à produção de farelo altamente protéico – voltado para a nutrição animal e grãos que podem ser utilizados na produção de alimentos para consumo humano.

Segundo Neto, o teor de proteína contido nessa soja é 5% a 10% superior aos índices normais de referência. Além disso, o produto possui alto potencial produtivo em relação às variedades convencionais utilizadas no Cerrado. As características físico-químicas dessas espécies permitem uso na indústria de alimentos à base de soja, a exemplo de bebidas lácteas e queijos, explica o diretor geral da Campo Bioteconlogia.

As principais características dessas variedades são o sabor suave, o elevado teor de proteínas e o tamanho dos grãos. Isso representa ganho de qualidade no produto e economia no processo industrial, acrescentou Neto. O produto, por não ser transgênico, atende às exigências de nichos específicos do mercado internacional, bem como de entidades certificadoras nacionais e estrangeiras.Participaram da abertura do Workshop, na sede da Organização das Cooperativas do Brasil (OCB), o ministro da Agricultura, Luís Carlos Guedes Pinto, o secretário de Relações Internacionais do Agronegócio do Mapa, Célio Porto, o secretário de Desenvolvimento Agropecuária e Cooperativismo, Márcio Portocarrero, o presidente do Conselho do Grupo Campo, Alysson Paolinelli, o presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas, o ministro da Embaixada do Japão, Ken Shimanouti, o presidente e o vice-presidente do Grupo Campo, Emiliano Botelho e Shigeki Tsutsui, respectivamente.

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