Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,28 / kg
Soja - Indicador PRR$ 119,94 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,17 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,08 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,85 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,77 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,60 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,52 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,67 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 158,55 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 166,43 / cx
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Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,18 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 167,73 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,26 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.173,45 / t
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Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 158,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 168,54 / cx

Mais um passo rumo à normalização

Com adesão crescente e participação de representantes de quase todos os elos da cadeia produtiva, Comissão de Estudos da Carne Suína realiza sua primeira reunião e define os critérios que nortearão a produção do texto base da normalização da carne suína brasileira.

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Redação (07/02/07) – Foi realizada na tarde de ontem (06/02), em São Paulo (SP), a primeira reunião da Comissão de Estudos da Carne Suína em 2007. Resultado de uma parceria entre a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) e Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) a comissão, instalada no final do ano passado, tem o objetivo de discutir e elaborar uma normalização referenciada para a carne suína brasileira.

Na oportunidade, além da aprovação da ata da reunião inaugural, foram discutidos os critérios que nortearão a produção do texto base da normalização. Diferente do que ficou definido no primeiro encontro da Comissão de Estudos, o ponto inicial da discussão para a elaboração da norma técnica não será mais a classificação dos cortes suínos, e sim as características dos animais destinados à produção dos cortes.

Desta forma, serão elaboradas no próximo mês normas de nomenclatura e definição dos suínos destinados ao abate. Normas da International Organization for Standardization (ISO) e do Codex Alimentarius servirão de base para essa nomenclatura. O próximo passo da Comissão será definir um padrão mínimo de tipificação ou classificação de carcaças suínas.

Amplo debate – No entender do setor produtivo suinícola, principalmente da indústria, o processo de normalização da carne suína exige, necessariamente, um debate amplo, que considere, por exemplo, o tipo do animal e as características dos suínos destinados à elaboração de produtos suinícolas (características como peso, conformação, idade, sexo, raça etc.).

A preocupação da cadeia produtiva suinícola é criar normas que possam referenciar as operações de comercialização. “A qualidade da carne suína e dos cortes suínos estão diretamente relacionados às características do animal abatido. Portanto, antes de se definir a classificação dos cortes é fundamental discutir padrões mínimos para essas características e também para a tipificação de carcaça”, afirma Rui Vargas, representante da Associação Brasileira das Empresas Produtoras e Exportadoras de Carne Suína (Abipecs).

Para o coordenador da Comissão de Estudos da Carne Suína, Fabiano José Coser, a reunião foi uma boa oportunidade para harmonizar a posição dos representantes dos diversos elos da cadeia produtiva sobre quais os pontos que devem ser levados em consideração para a elaboração da norma técnica. “Durante a reunião pudemos chegar a um consenso sobre qual o caminho a seguir para a elaboração da normalização da carne suína”, comenta. “Após as discussões ficou definido que o primeiro passo será a criação de uma norma de definições do tipo e das características dos animais e em seguida uma norma de classificação e tipificação de carcaça para que, num próximo passo, possamos avançar e criar normas referentes aos cortes”, completa Coser.

Adesão crescente – A crescente participação de profissionais dos diversos elos da cadeia suinícola nos trabalhos da Comissão de Estudos da Carne Suína foi outro ponto que chamou a atenção na reunião. Neste último encontro estiveram presentes representantes da ABCS, da Abipecs, do Centro de Tecnologia da Carne, do Instituto de Tecnologia de Alimentos (CTC/Ital), do Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações) e do Departamento de Garantia de Qualidade da Perdigão.

De acordo com Coser, a participação mais efetiva dos representantes da cadeia suinícola nas discussões, embora esperada, é importante para que os trabalhos possam avançar com maior rapidez. “Na medida em que as discussões vão avançando é natural que mais pessoas sintam necessidade de participar dos trabalhos”.

A próxima reunião da Comissão de Estudos da Carne Suína está marcada para o dia 7 de março, na sede da ABNT, em São Paulo.

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