Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 71,37 / kg
Soja - Indicador PRR$ 123,41 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 130,61 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,13 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,97 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,75 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,65 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,85 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 183,01 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 201,42 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 207,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 223,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 174,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 202,23 / cx
Frango - Indicador SPR$ 6,81 / kg
Frango - Indicador SPR$ 6,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.251,47 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.107,94 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 227,54 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 196,95 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 182,23 / cx
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BB tenta evitar ”sobras” de R$ 1 bi em recursos rurais

O Banco do Brasil corre contra o tempo para evitar, pela segunda vez na história do sistema de crédito rural, a ocorrência de “sobras” de recursos da poupança rural e das exigibilidades bancárias disponíveis para empréstimo ao setor.

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Redação (02/03/07) – A forte expansão dos depósitos à vista nos bancos e a elevação no volume de captação da poupança provocaram um excedente de R$ 1 bilhão no caixa do BB, segundo projeção feita até o fim do atual ano-safra 2006/07, em junho. 

Os bancos privados também registram "sobras" próximas de R$ 1 bilhão, apurou o Valor. O cálculo é feito sobre a média mensal projetada das exigibilidades bancárias, a parcela de 25% sobre os depósitos à vista que os bancos são obrigados a destinar ao crédito rural. No fim de junho de 2006, o BB teve que pedir autorização ao Banco Central para remanejar R$ 2 bilhões em "sobras" da safra 2005/06 para o atual ciclo. Por lei, os bancos têm que depositar esses recursos, sem remuneração, numa conta do BC, além de pagar 40% de multa pela deficiência. "Vamos zerar essa sobra até 30 de junho. De março até lá, vamos emprestar um adicional de R$ 8 bilhões para custeio e comercialização da safra", disse o vice-presidente do BB, Derci Alcântara, ao Valor. De julho de 2006 até fevereiro deste ano, o banco emprestou R$ 25,2 bilhões ao setor rural. 

A estratégia do BB para reduzir o excesso de crédito em caixa inclui a criação de uma linha de R$ 1 bilhão para antecipação da compra de insumos agropecuários pelos produtores. Como os preços dos produtos começaram a subir, o BB aposta na demanda pela nova linha. Essa espécie de pré-custeio deve transformar-se em custeio alongado, com vencimento para 60 dias após a colheita da safra. "Quem contratar essa linha terá o seguro embutido", disse o diretor de Agronegócios, José Carlos Vaz. 

Como o BB trabalha com a hipótese de redução da atual taxa de juros do crédito rural a partir do próximo ano-safra 2007/08, que inicia em julho, os produtores terão a garantia de que devem pagar menos do que 8,75% ao ano em caso da alteração. "Os juros podem cair e os produtores serão beneficiados", disse Alcântara. O BB também elevará a oferta de recursos para as operações de estocagem da safra (EGF) de arroz, feijão, milho, trigo e soja, além do lançamento de notas promissórias rurais (NPRs) para os produtores de leite. 

O vice-presidente do BB também anuncia uma modificação nas regras de hedge cambial oferecido pela instituição. Na semana passada, o conselho do banco reduziu de US$ 100 mil para US$ 30 mil o piso para as operações. Assim, os produtores poderão travar posição comprada ou vendida em dólar. "Quem aposta na alta do dólar, pode travar o preço para pagar uma dívida. Se achar que a cotação cairá, pode garantir preço melhor para uma venda", disse Alcântara. 

Animados com a atual temporada, os executivos do BB acreditam na manutenção das boas cotações internacionais das commodities mesmo com a expectativa de uma "supersafra". E afastam a possibilidade de renegociações gerais de dívidas rurais. "Sem chances de rolagens generalizadas. Não há porquê o produtor pensa nisso num momento de recuperação de crédito", afirmou Alcântara.

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