Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 71,63 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,56 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 129,38 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,13 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,98 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,75 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,63 / kg
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Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 183,01 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 200,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 207,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 223,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 174,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 201,78 / cx
Frango - Indicador SPR$ 6,81 / kg
Frango - Indicador SPR$ 6,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.251,18 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.101,12 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 227,54 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 196,95 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 187,56 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 198,58 / cx

Indústria da carne aposta em fase de recuperação e domínio de mercado

Evento reuniu opiniões otimistas sobre o futuro do setor diante da crise.

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Redação (07/04/2009)- É de otimismo e planos estratégicos que se munem as lideranças e especialistas da pecuária brasileira para os próximos meses de 2009 e anos futuros. Nesta segunda, dia 6, o Canal Rural promoveu o primeiro painel sobre temas do agronegócio de uma série que segue durante a semana, na Exposição Agropecuária de Londrina (ExpoLondrina) 2009. Os argumentos para previsões positivas são muitos, mas o principal deles parece óbvio: o mundo vai continuar comendo, com ou sem crise.

“A crise vai nos engolir ou as pessoas vão comer na crise?”. A pergunta polêmica abriu uma discussão sobre as perspectivas do mercado agropecuário em tempos de retração financeira. Segundo o consultor de empresas da Odconsulting Planning&Strategy, Osler Desouzart, as pessoas continuarão, sim, comendo mesmo em tempos de crise, e apreciando todos os tipos de carne, especialmente a bovina. No entanto, será preciso criatividade para adaptar a produção ao bolso e ao gosto do consumidor.

Durante o painel Pecuária de Corte e Crise Mundial: Efeitos e Soluções, Desouzart, o diretor-executivo da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), Otávio Cançado, o diretor de estratégia do JBS-Friboi, Antônio Camardelli, e o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, reforçaram o desempenho positivo da indústria de carne brasileira nos últimos anos, quando o país assumiu posição importante no ranking mundial de exportações. Agora, além da atual crise econômica internacional, o país ainda combate o fantasma das barreiras sanitárias, que exigiram uma reforma no Sistema de Rastreabilidade Bovina (Sisbov).

– Temos chance de reconquistar grande parte do mercado europeu. Não temos nenhuma pendência sanitária nessa área. A missão que esteve em Mato Grosso há 15 dias ficou satisfeita com o que viu – garantiu Reinhold Stephanes.

Segundo os painelistas do Fórum Canal Rural, o Brasil é o país com maiores condições de atender à grande demanda de alimentos que vem por aí. Embora as previsões apontem para um crescimento menos dinâmico das economias mundiais, a maior procura por alimentos é um fato, garantem os especialistas.

– Em nove anos, o Brasil aumentou em 10 vezes a produção para exportação de carne bovina – informou o representante da Abiec, Otávio Cançado, que ao lado do ministro Stephanes assumiu ter sido sempre um otimista em relação à reação do Brasil diante da crise.

O fato é que a partir de agora, a tal procura pode ser diferente. Osler Desouzart aposta numa migração da dieta mundial, quer dizer, as pessoas irão buscar produtos que se adaptem as suas condições de crise.

– O futuro da indústria de alimentos não está nas mãos dos que comem, está nas mãos dos que nada comem ou não comem o suficiente – arriscou o consultor.

Segundo ele, o momento de crise é também uma oportunidade de projetar nova oferta ao mercado consumidor. Desouzart ainda chamou a atenção para um elemento fundamental para a agropecuiária e que anda esquecido diante de tanto conflito econômico: a água.

– A crise do mundo é que não há água suficiente para fornecer 500 milhões de toneladas de carne no futuro – disse.

Além de planos estratégicos para captação de novos mercados, qualidade fitossanitária e criatividade para oferecer mais a um novo público, a pecuária brasileira se depara com mais esse desafio.

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