Na Divisão Nutrição Animal, a parceria com o universo acadêmico é constante e primordial para o desenvolvimento do negócio.
Ajinomoto do Brasil compartilha experiência e tecnologia em livro sobre nutrição de não ruminantes

O investimento em pesquisa e desenvolvimento é uma das premissas do Grupo Ajinomoto. Na Divisão Nutrição Animal, a parceria com o universo acadêmico é constante e primordial para o desenvolvimento do negócio. Reforçando esta parceria e o compromisso com a inovação, profissionais da companhia contribuíram na composição de quatro capítulos do recém-lançado livro “Nutrição de Não Ruminantes”, que reúne informações sobre a produção animal no Brasil e o papel da nutrição na evolução deste processo. O livro, dividido em nove seções, contém 37 capítulos, escritos por 80 profissionais especialistas nos diversos assuntos abordados.
Biotecnologia
Intitulado “Biotecnologia Aplicada à Produção de Aminoácidos”, o capítulo escrito por Eduardo Nogueira, Marianne Kutschenko, Gabriel Borges Sandt Pessôa, Luciana de Lima Francisco e Edgar Issamu Ishikawa, todos funcionários da Ajinomoto do Brasil, mostra a aplicação da biotecnologia na produção dos aminoácidos industriais lisina, treonina, triptofano, valina, glutamina e ácido glutâmico por meio da fermentação.
Graças ao uso da biotecnologia os aminoácidos tornam-se produtos de alta pureza e qualidade para composição de rações para não ruminantes como aves, suínos, peixes, camarões, equídeos, cães, gatos e outras espécies de interesse comercial.
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Nutrição de aves e suínos
Os capítulos “Exigências de Aminoácidos para Aves” e “Exigências de Aminoácidos para Suínos”, também assinados por profissionais da Ajinomoto, entre outros especialistas, ressaltam a importância de levar em consideração a composição e o perfil aminoacídico da proteína ao invés da quantidade de proteína dietética
Digestibilidade dos Aminoácidos
O outro capítulo que contou com a autoria da Ajinomoto foi “Digestibilidade dos Aminoácidos e Aproveitamento da Energia pelos Monogástricos”. Nesta seção são abordados os requisitos para compor uma dieta capaz de atender às exigências nutricionais de não ruminantes, levando em consideração requisitos como a capacidade de digestão e absorção dos animais.





















