Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Atualização de instrução normativa da suinocultura em SC tem participação da Embrapa, universidades e institutos de pesquisas

Desde novembro, uma nova Instrução Normativa (IN 11) define os procedimentos e a documentação necessária ao licenciamento ambiental da suinocultura em Santa Catarina.

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Desde novembro, uma nova Instrução Normativa (IN 11) define os procedimentos e a documentação necessária ao licenciamento ambiental da suinocultura em Santa Catarina. A IN 11 estabelece critérios para apresentação dos planos, programas e projetos ambientais para implantação de atividades relacionadas à suinocultura de pequeno, médio e grande porte no estado catarinense, incluindo tratamento de resíduos líquidos, tratamento e disposição de resíduos sólidos, emissões atmosféricas, ruídos e outros passivos ambientais.

“A nova Instrução Normativa da Fatma (IN11) define os procedimentos a serem adotados pelos suinocultores na gestão de resíduos gerados na produção de suínos. Agora, o suinocultor não pode ser somente um bom suinocultor. Mas um produtor que utilize, em sua propriedade, os conceitos de sustentabilidade ambiental”, diz o pesquisador Paulo Armando de Oliveira. “A IN11 busca a profissionalização dos técnicos e dos produtores na gestão dos resíduos e no uso do biofertilizante. Os suinocultores precisam perceber que os dejetos são uma fonte de renda e que o uso adequado do biofertilizante diminui o custo de produção, porque ele poderá substituir os fertilizantes químicos pelo fertilizante orgânico”, completa o pesquisador Rodrigo Nicoloso.

A redação da nova IN 11 teve a participação de universidades, Epagri e da Embrapa Suínos e Aves de Concórdia, unidade descentralizada da empresa de pesquisa agropecuária vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Dois grupos de trabalho envolvendo essas instituições foram formados. Liderados pelos pesquisadores da Embrapa Paulo Armando de Oliveira e Rodrigo Nicoloso, os grupos atuaram na atualização de recomendações técnicas sobre consumo de água na suinocultura, geração de efluentes e uso de dejetos como biofertilizantes em áreas de lavoura nas propriedades.

As alterações consideradas necessárias, em função dos novos resultados gerados pelas pesquisas, foram apresentadas e discutidas com a Fundação do Meio Ambiente de Santa Catarina (Fatma), órgão ambiental responsável pela elaboração de normas para o licenciamento ambiental, da produção de suínos, e que tem como missão garantir a preservação dos recursos naturais do estado.

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