Autoprodução de energia é opção para consumidores que buscam economia
Mercado livre de energia defende a geração e comercialização de energia elétrica doméstica

Em função da falta das chuvas e baixa nos reservatórios, as contas de luz dos consumidores têm sido impactadas negativamente. Desde junho tem sido cobrada a tarifa mais alta – bandeira vermelha no patamar dois. Por conta desse cenário, o mercado livre de energia aponta como solução a microgeração e minigeração, permitindo o comércio do excedente de energia elétrica. “Essa medida, além de reduzir custos, fortalecer e aliviar o sistema de distribuição, também torna consumidores industriais, comerciais, residenciais, e de demais setores mais competitivos, como ocorre com os que estão inseridos no ambiente livre”, afirma Walfrido Avila, presidente da Tradener.
Hoje, mais de 51 mil unidades consumidoras são beneficiadas com a autoprodução de energia, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) que desde 2012 estabelece as condições gerais para a conexão à rede da microgeração (potência instalada menor que 75 kW) e minigeração (potência instalada entre 75 kW e 5 MW) distribuída no Brasil.
“Quando a geração é maior que o consumo, o excedente é injetado na rede elétrica e disponibiliza créditos de energia, os quais são equivalentes ao valor da eletricidade da rede. Quando o consumidor tem uma geração menor do que precisa, utiliza a energia da rede elétrica”, explica Walfrido Avila.
Leia também no Agrimídia:
- •Custos, sanidade e mercado externo marcam semana no agro com impacto direto nas proteínas
- •Produção de carne de frango bate recorde em 2025, mas oferta elevada pressiona preços
- •CNA inicia debates regionais e destaca crédito rural como principal desafio do agro no Plano Safra 2026/2027
- •Furto de amostras em laboratório da Unicamp acende alerta para biossegurança no país





















