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Sanidade

OIE tem boa impressão do sistema brasileiro de produção avícola

Técnicos da Organização Mundial de Saúde Animal consideram projetos pilotos de compartimentação sanitária do sistema de produção avícola nacional muito bons, segundo Ariel Mendes.

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As primeiras impressões dos técnicos da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) sobre os projetos pilotos de “compartimentação” sanitária do sistema de produção avícola nacional são “muito boas”, segundo o diretor do núcleo de produção e técnico científico da União Brasileira de Avicultura (Ubabef), Ariel Mendes.

“De modo geral, eles acharam o projeto muito bom. Em termos de estrutura, o Brasil está no caminho certo e a impressão deles tem sido a melhor possível. Eles sugeriram que tivéssemos mais registro dos procedimentos que fazemos e também para adequarmos nosso sistema de monitoria”, disse o executivo.

No caso da monitoria, Mendes explicou que a grande preocupação – não só do Brasil, mas dos outros países – é com a gripe aviária de alta patogenicidade e os técnicos da OIE sugeriram que essa observação fosse ampliada também para a doença com baixa patogenicidade, cuja probabilidade de mutação do vírus é maior.

Mendes está acompanhando a visita dos técnicos da OIE às unidades produtoras que fazem parte do projeto, cujo cronograma começou na última segunda, dia 17, com uma reunião de abertura dos trabalhos, em Campinas (SP). No mesmo dia, à tarde, o grupo foi visitar o projeto instalado em São José do Rio Preto, da Cobb. 

Na quarta-feira, os técnicos da OIE conheceram as unidades da Sadia de Lucas do Rio Verde (MT), nesta quinta, 20, fizeram uma reunião na sede da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), em São Miguel do Oeste (SC) e nesta sexta, dia 21, estão na unidade da Seara em Itapiranga (SC).

“A visita é mais para uma avaliação, de troca de experiências do que uma auditoria. Eles estão conhecendo os projetos pilotos brasileiros, dão dicas e opiniões sobre vigilância sanitária”,  explicou o médico veterinário da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), Fabio Veloso, que também está acompanhando os técnicos da OIE nas visitas das instalações do projeto no Estado.

“Eles ficaram bastante impressionados com o controle sanitário brasileiro, principalmente da produção da agricultura de subsistência”, afirmou Veloso.

O conceito de “compartimentação” elimina a questão geográfica. Cada unidade produtora (neste caso, cada empresa) é considerada um compartimento isolado ao seguir normas rígidas de biosseguridade. Com isso, mesmo no caso de surtos de determinadas doenças num Estado ou região, a empresa compartimentada pode continuar a exportar. 

O contrário também é verdadeiro. Se houver algum problema numa determinada instalação, apenas a empresa é interditada e não toda uma região ou Estado. O modelo está sendo discutido pela OIE há dois anos e somente a Tailândia apresentou um projeto parecido, mas não tão desenvolvido quanto o do Brasil.

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