Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 70,29 / kg
Soja - Indicador PRR$ 123,00 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 129,59 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 9,89 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,87 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,62 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,30 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,33 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,46 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 171,75 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 174,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 191,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 198,74 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 163,94 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 187,34 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,09 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,12 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.278,29 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.150,62 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 195,44 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 177,50 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 160,48 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 177,24 / cx
Comentário Avícola

Sanidade Avícola Preventiva: Visão econômica parte I – por Roberto Bordin

Artigo sobre situações técnicas e econômicas sobre sanidade avícola, demonstrando situações importantes para a cadeia.

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Sanidade Avícola Preventiva: Visão econômica parte I – por Roberto Bordin

Nesta publicação estaremos apresentando situações técnicas e econômicas sobre sanidade avícola, demonstrando situações importantes sobre o aspecto preventivo no controle das doenças associando os dados de saúde das aves com sua capacidade produtiva e financeira. Acompanhem os artigos e boa leitura.

PARTE I:

Atualmente a avicultura do Brasil atingiu um nível de produtividade bastante elevado. Nas últimas décadas a genética e a nutrição animal apresentaram juntas um desenvolvimento muito intenso, aliadas aos conceitos de tratamento – sanidade, das doenças bem como com as práticas de ambiência.

Na produção contemporânea o maior desafio na produção de aves se manifesta na pressão de infecção ambiental. Os antibióticos usados como antibióticos promotores de crescimento (APC) não atuam diretamente no ambiente, mas estão diminuindo o crescimento de diversas bactérias no animal e exercem a sua função como APC.

É importante notar que o ambiente mantém seu nível de alta pressão de infecção bacteriano, viral e fungico. Assim existe uma pressão de infecção que impacta a produtividade; em outras palavras o potencial da produtividade fornecido pela genética nutrição e o ambiente produtivo não estão sendo potencializados como esperado. O objetivo geral na produção animal é a busca por produtividade e saúde animal com baixo custo.

A área que oferece o maior potencial de ser desenvolvida no Brasil com objetivo de atingir padrões maiores de desempenho e saúde nas aves é a higiene das instalações. No sistema de criação europeia a higiene animal permite de atingir IEPs entre 350 até 400 com níveis de pressão de infecção muito reduzidos, fato este não avaliado rotineiramente no Brasil. Ademais existe a possibilidade de diminuir o vazio sanitário em até 5 dias ou menos em alguns casos, assim potencializando a produtividade por lote e aumentando adicionalmente a produtividade anual em número de lotes.

Em relação a discussão sobre o risco de uso de APC a polemica é certa. Muitas vezes falta de conhecimento técnico por parte de muitos, aumenta ainda mais a discussão, principalmente quando o foco é o consumidor. Em essência o consumidor decide o que ele quer comprar. Em muitos países o consumidor está cada vez mais informado sobre o assunto – antibióticos (seja correto ou não) e dirige sua compra em função de seu conhecimento; neste sentido a produção tem que ser direcionada ao consumidor, criando um potencial de rentabilidade com um valor agregado com baixo custo no futuro para o mesmo.

Os países que importam carnes do Brasil são em geral motivados pelo preço e não tanto pela busca por excelência na qualidade. O Brasil tem excelentes condições para produzir carnes com vantagens climáticas, sanitárias e nutricionais com quais poucos países podem competir. Igualmente o Brasil não tem mais o perfil de um produtor avícola barato e tem todo o potencial para produzir produtos com valor agregado que vão segurar as exportações do futuro. Produtos que são produzidos sem APC e controlados por certificadoras internacionais permitem receber um valor maior, permitindo de aumentar a rentabilidade agroindustrial.

O outro aspecto que seria importante de ter conhecimento é o risco do impacto da falha da biosseguridade sobre a macroeconomia Brasileira. A exportação de carnes representa um capital importante para Brasil. Os mercados internacionais são cada vez mais competitivos e qualquer argumento será usado para impedir importação de carnes para proteger a indústria local destes países. Para diminuir este risco macroeconômico um sistema de biosseguridade é fundamental no qual a higiene representa a essência deste sistema.

A tecnologia já existe, mas precisa ser implantada e direcionada por rentabilidade e produtividade.

Autores:

Prof. Dr. Roberto de Andrade Bordin – DMV
Faculdade de Tecnologia de São Paulo, Unidade Mogi das Cruzes, Brasil.
Setor de Nutrição, Produção, Sanidade e Agronegócio Animal.

Prof. M.Sc. Rafael Bueno – DMV
Faculdade de Tecnologia de São Paulo, Unidade Mogi das Cruzes, Brasil.
Setor de Nutrição, Produção, Sanidade e Agronegócio Animal.

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Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 70,29
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    PR
    R$ 123,00
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 129,59
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 9,89
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  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 171,75
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    Branco
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    Grande São Paulo (SP)
    R$ 191,17
    cx
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    Vermelho
    R$ 198,74
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  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 163,94
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    R$ 187,34
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,09
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    SP
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    R$ 1.278,29
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  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.150,62
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 195,44
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  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 177,50
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 160,48
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  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 177,24
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