Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 72,02 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,77 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 127,12 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,17 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,97 / kg
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Suíno - Estadual PRR$ 6,65 / kg
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Suíno - Estadual RSR$ 6,81 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 182,85 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 200,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 208,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 223,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 174,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 201,78 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,00 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,01 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.224,33 / t
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Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 227,05 / cx
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Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 187,56 / cx
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Saúde Animal

Avicultura brasileira intensifica estratégias contra Influenza Aviária

Dentre os maiores produtores mundiais, o Brasil é o único que nunca registrou um foco da enfermidade em suas variedades.

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Avicultura brasileira intensifica estratégias contra Influenza Aviária

A União Brasileira de Avicultura (UBABEF) informou hoje (28) que a avicultura brasileira está preparada contra a ocorrência de focos de Influenza Aviária pelo mundo, inclusive em sua nova variedade, a H7N9, recentemente descoberta no leste e no centro da China. Dentre os maiores produtores mundiais, o Brasil é o único que nunca registrou um foco da enfermidade em suas variedades.

De acordo com a entidade, seguindo orientações propostas pela própria UBABEF, as agroindústrias associadas estão adotando uma série de medidas preventivas, especialmente em relação à visita de estrangeiros em granjas avícolas do Brasil.

Dentro do programa de Procedimentos de Biosseguridade estabelecido pela UBABEF está a proibição da visita de estrangeiros de países com registros de influenza aviária em instalações avícolas e agroindustriais de aves e ovos.   Pelas recomendações da UBABEF, mesmo visitas de profissionais brasileiros às instalações devem ser restringidas ao “estritamente necessário”.

Mesmo visitantes de países onde a doença foi considerada extinta pelo governo brasileiro há, no mínimo, 30 dias, deverão cumprir um período de quarentena em seu país de origem, sem contato com estabelecimentos avícolas, e outro período no Brasil antes de realizar as visitas.

Além de todas essas restrições, os visitantes deverão cumprir uma série de requisitos referentes aos equipamentos e cuidados sanitários totalmente controlados. Tudo isso para manter a avicultura brasileira livre de Influenza Aviária.

Conforme o diretor de Produção e Técnico Científico da UBABEF, Ariel Antônio Mendes, a produção avícola brasileira tem contado com total apoio do Ministério da Agricultura, especialmente por meio do Programa Nacional de Sanidade Avícola (PNSA), para manter o país livre da enfermidade.

“O MAPA realiza um trabalho de excelência nesse sentido e, conforme temos sido informados nos últimos dias, deverá intensificar ainda mais as ações de conscientização sobre a visita de estrangeiros nesse período pré e durante a Copa das Confederações com folders, cartazes e outras ferramentas explicativas sobre os cuidados com a Influenza Aviária”, explica Mendes.

Conforme explica o presidente da UBABEF, Francisco Turra, além de implantar procedimentos e orientações preventivas, ações e treinamentos estão em andamento pelo país.  Exemplo disso aconteceu na última semana, quando técnicos do Ministério da Agricultura, da UBABEF e de empresas do setor nacional de aves fizeram um simulado de emergência sanitária em Chapecó (SC).

“O status sanitário brasileiro é um dos bens mais valiosos da avicultura nacional. O poder público e a iniciativa privada têm ciência disto, e têm se mobilizado para evitar que qualquer problema afete a avicultura líder mundial em exportações, e a terceira maior produção do planeta”, destaca Turra.

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