Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 70,24 / kg
Soja - Indicador PRR$ 121,80 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 129,54 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 9,96 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,71 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,51 / kg
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Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 178,01 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 186,47 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 200,90 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 210,75 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 168,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 194,93 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,06 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,10 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.190,04 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.084,48 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 201,03 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 178,26 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 162,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 172,94 / cx
Comentário

O Controle da doença de Marek no futuro – por Eva Hunka

Eva Hunka estreia como comentarista do site Avicultura Industrial falando sobre a Doença de Marek (MD), que dizimou planteis avícolas e arruinou a fortuna de muitos produtores em todo mundo.

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O Controle da doença de Marek no futuro – por Eva Hunka

A Doença de Marek (MD) dizimou planteis avícolas e arruinou a fortuna de muitos produtores em todo mundo. O vírus começou a ganhar notoriedade no início do século XX, quando Josef Marek, na Hungria, e outros pesquisadores nos EUA começaram a descrever uma doença aviária capaz de causar tumores, paralisia, e até mesmo a morte.

Nos anos sessenta, a Doença de Marek destruiu tantos plantéis que o futuro da avicultura parecia incerto. Porém o aumento do conhecimento sobre a doença fez com que ela alcançasse taxas tão baixas de infecção, que podem até mesmo levar produtores a acreditar que a doença desapareceu. Este pensamento favorece uma situação perfeita para que a Doença de Marek retorne, uma vez que o vírus não desapareceu. Na verdade, ele está em praticamente todos os lugares, especialmente considerando grandes populações de aves.

Inevitavelmente, ocorrem as discussões sobre a perspectiva de controle das doenças em avicultura, mas as empresas parecem cada vez mais focadas em metas e questões de curto prazo, ao invés de observar o cenário como um todo. Na contramão, as indústrias de melhoramento genético são um excelente exemplo de planejamento a longo prazo.

Alguns vírus, que aparentemente estão extintos, podem ressurgir ainda mais agressivos e adaptados, pois passam por modificações evolutivas constantes, provocadas pelos obstáculos encontrados por eles.

No Brasil, a diluição de vacinas de Marek é uma prática comum e muitas vezes esta diluição é feita sem critério, o que pode ocasionar uma proteção inadequada ou mesmo, favorecer as mutações. E este é apenas um dos desafios, em uma visão de curto prazo.

Os cuidados com armazenagem, cadeia fria, diluição, manipulação e administração das vacinas de Marek são cruciais para a sua eficiência, e isto se torna ainda mais crítico em aves de ciclo longo, que são suscetíveis a cepas mais agressivas do vírus.

O vírus possui diversos fatores favoráveis a sua sobrevivência: ele passa com facilidade de uma ave à outra e as condições de alta densidade em que aves comerciais são criadas propiciam um ambiente ótimo para a disseminação da doença. Mesmo que a ave esteja imunizada, ela será portadora. Uma vez que a ave esteja infectada, ela continuará a carregar e potencialmente disseminar o vírus pelo resto de sua vida.

Com tantos desafios, o controle da Doença de Marek no futuro, dependerá não apenas das vacinas, que vêm se tornando cada vez mais eficientes, mas também de um manejo consciente, respeitando as características de cada tipo de produção avícola.

*Eva Hunak é médica veterinária e mestre em Veterinária Preventiva

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