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Sanidade

Vacinas inativadas – minimizando as reações pós-vacinais – Por Eva Hunka

Vacinas inativadas são produzidas em meios de cultura ou em cultivo celular e posteriormente são inativadas pelo calor ou mesmo por agentes químicos

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Vacinas inativadas – minimizando as reações pós-vacinais – Por Eva Hunka

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Vacinas inativadas são produzidas em meios de cultura ou em cultivo celular e posteriormente são inativadas pelo calor ou mesmo por agentes químicos. Pelo fato se não se multiplicarem no organismo são menos imunogênicas e por isso tendem a conter uma carga antigênica elevada, além de adjuvantes para induzir uma resposta imunológica intensa.

Estes adjuvantes são substâncias que funcionam como condutores de antígenos, com a finalidade de aumentar a resposta imunológica do animal contra o antígeno vacinal. Os mais comumente utilizados são os sais metálicos, como zinco ou alumínio, e a emulsão oleosa, que consiste em uma mistura do agente imunizante, em uma fase oleosa, cujo processo é obtido pelo uso de detergentes especiais e sistemas mecânicos sofisticados.

A injeção de produtos oleosos provoca, invariavelmente, lesão traumática e consequente inflamação no local da inoculação. Em condições normais, essas lesões são de intensidade leve ou moderada. No entanto, se não for realizado um bom manejo de vacinação ou se as normas básicas de higiene não forem respeitadas, pode ocorrer exacerbação daquela lesão inicial, resultando em um quadro clínico grave, que inclui apatia, desuniformidade, atraso da entrada em postura, queda na produção de ovos e até mesmo aumento de mortalidade.

No caso de vacinas bacterianas, principalmente vacinas contra Salmonella, que são mais agressivas, podem ter reações ainda mais exacerbadas.

Estas reações devem acontecer, e são necessárias para uma boa resposta vacinal, porém podem ser minimizadas com alguns cuidados básicos durante o processo de vacinação tais como treinamentos da equipe de vacinação, correta estocagem da vacina e limpeza e calibração dos equipamentos de vacinação.

As vacinas inativadas, principalmente as que possuem adjuvante oleoso, devem ser administradas à uma temperatura próxima aos 27º , o que em algumas regiões, significa deixa-las em banho-maria durante 12 horas, isso melhora a fluidez da vacina. Cuidados com a higienização dos equipamentos de vacinação e a troca de agulha, que deve ocorrer a cada 1.000 aves vacinadas, também são fatores que devem ser considerados, pois podem provocar uma contaminação secundária que irá exacerbar a reação pós-vacinal.

Hoje, podemos encontrar no mercado vacinas com tecnologia de micro emulsão ou mesmo com concentração de antígenos. Estas vacinas permitem a redução substancial do volume da fase oleosa, principal indutor da reação pós-vacinal, tornando a assimilação do produto mais fácil e diminuindo amplamente a exuberância da lesão granulomatosa. A maioria das vacinas inativadas para avicultura tem o volume de doses de 0,5mL, enquanto que as vacinas de microemulsão ou com concentração de antígenos reduz este volume em 40%, apenas 0,3mL.

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Cuidados com o manejo vacinal e a escolha certa do produto, além de minimizar as reações pós-vacinais ainda garantem uma melhor proteção do plantel, que, certamente, será revertida em produtividade na granja.

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