ABPA defende que países que optarem pela vacinação não enfrentem barreiras comerciais
Setor produtivo brasileiro apoia pesquisas sobre vacina contra gripe aviária

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) manifestou seu apoio à realização de estudos sobre a vacinação contra a gripe aviária, em conformidade com as posições do International Poultry Council (IPC) e do International Egg Council (IEC), conselhos internacionais do setor. Em comunicado divulgado hoje (22/05), a entidade ressaltou que, embora não seja necessária a adoção da vacinação para a produção nacional – uma vez que a estratégia brasileira é baseada no monitoramento e erradicação de possíveis focos -, o setor produtivo brasileiro defende que não haja restrições comerciais aos países que optarem por adotar essa medida.
A ABPA enfatizou que a eventual implementação da vacinação será estritamente decidida pelo Ministério da Agricultura, por meio do Plano Nacional de Sanidade Avícola. O assunto está em discussão durante a 90ª reunião da Organização Mundial de Saúde Animal (Omsa), realizada esta semana na França. Na sexta-feira (19/05), o secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Carlos Goulart, afirmou que o Brasil é contrário à vacinação das aves.
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“A estratégia mais comum atualmente é identificar rapidamente os focos, eliminá-los e retomar a produção o mais rápido possível, uma vez que o ciclo de produção de carne de aves é bastante curto. Embora isso cause um impacto considerável, conseguimos interromper a cadeia do vírus e manter nosso status de país livre da gripe aviária”, destacou Goulart.





















