Fonte CEPEA
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Venda de vacina falsificada contra Influenza Aviária é investigada

O produto apareceu no estado de Minas Gerais, e não se sabe quantas vacinas foram falsificadas.

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Redação AI (07/04/06)- Uma delegacia de Belo Horizonte já está investigando a venda de falsas vacinas contra a gripe no estado. Segundo o gerente de Monitoração da Qualidade, Controle e Fiscalização de Insumos, Medicamentos e Produtos (GFIMP) da Anvisa, José Augusto Simi, foi o primeiro caso de falsificação desse tipo de vacina registrado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Como a falsificação de medicamentos é considerada crime hediondo, as investigações serão realizadas em conjunto pela delegacia e pela Anvisa.

Conhecido no mercado como Fluarix, o produto que estava sendo vendido em Minas é uma falsificação da vacina original, fabricada pela empresa GlaxoSmithkline Ltda (GSK). Desde 2004, a GSK não comercializa mais o produto sob a marca Fluarix, mas como “vírus inativado contra gripe”.
No final de março, o laboratório fabricante da vacina informou à Anvisa que o falsificador tinha tentado vender o produto a uma farmácia de Coronel Fabriciano, no interior do estado. Desconfiado, o dono da farmácia ligou para o serviço de atendimento ao consumidor da empresa. Ele foi orientado a adquirir o produto e repassá-lo para análise da GSK.

De acordo com José Augusto Simi, a polícia mineira suspeita que o responsável pela falsificação seja uma pessoa do município de Governador Valadares, no interior do estado.

Simi disse que não sabe quantas vacinas falsificadas foram vendidas. Segundo ele, a Anvisa só recebeu informações de que a falsa vacina estava sendo vendida em Minas Gerais. “Ainda não dá para informar se estava sendo vendida em outros estados. Agora, com a publicação da apreensão no Diário Oficial da União desta quinta-feira (6), devemos receber informações sobre a possível falsificação em outros estados”, afirmou.

A falsa vacina é vendida em embalagens com 12 seringas de 0,5 mililitros, sem cartucho, em caixas de isopor de 650 mililitros, com etiqueta identificando o produto e tem 9, 3 centímetros de comprimento. Já a original tem 8,5 centímetros, cartucho para seringa pré-enchida de 0,5 mililitros ou um cartucho com 10 ampolas de 0,5 mililitros. O produto falso também não tem data de validade, nem identificação do número do lote.

Simi explicou que os efeitos da vacina falsificada são imprevisíveis por dois motivos: porque apenas a embalagem pode ter sido falsificada, ou porque tanto a embalagem quanto o conteúdo podem ter sido adulterados. “Como é uma incógnita, pode ser um produto totalmente inoperante ou pode conter alguma substância que cause mal à saúde. Daí a decisão da Anvisa de determinar a apreensão e inutilização como medida de interesse sanitário para seja resguardada a saúde da população”, acrescentou.

As diferenças entre a vacina falsa e a original podem ser conferidas no site da Anvisa: www.anvisa.gov.br. José Augusto Simi orienta as pessoas que adquiriram o produto a procurar a Vigilância Sanitária local ou a própria Anvisa, para que sejam tomadas as medidas necessárias. Em caso de dúvida ou suspeita, o comprador também poder telefonar para o serviço de atendimento ao consumidor do laboratório GlaxoSmithkline Ltda (GSK), pelo número 0800-7012233.

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