Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Saúde Animal

Canadá registra H1N1 em suínos

OMS está em alerta, mas enfatiza que não há risco para consumo de carne suína.

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O aparecimento do vírus A(H1N1) entre suínos em Alberta, no Canadá aumentou o alerta da Organização Mundial da Saúde (OMS) para o risco de que possíveis contágios em outros animais resultem numa variação mais potente da doença. Autoridades canadenses confirmaram anteontem que o vírus foi detectado em uma fazenda na Província de Alberta, aparentemente transmitido por um funcionário que havia estado no México.

Cerca de 10% de um rebanho de 2.200 porcos foi contaminado entre os dias 12 e 14 de abril e apresentou os sintomas dez dias depois. Segundo a OMS, tanto os animais, como o fazendeiro que aparentemente os contaminou passam bem. A doença não foi disseminada.

É o primeiro caso confirmado de transmissão do A(H1N1) de humanos para animais, mas a OMS garante não haver perigo em consumir carne suína. A chance de tranferência do vírus do animal para humanos é muito remota.

Peter Ben Embarek, especialista da OMS em segurança alimentar, disse que testes mostraram que o calor mata o vírus, portanto carne cozida a temperatura certa não oferece riscos.

Ele admitiu, no entanto, que o aparecimento do vírus A(H1N1) nos animais gera o risco de que ele seja transmitido para animais infectados com outros vírus, o que poderia resultar numa variação nova e mais potente. “Isso realmente é uma preocupação”, disse ele.

O grande receio é com o Leste da Ásia, que foi o principal foco da gripe aviária, em 2005, e onde suínos e aves costumam circular no mesmo ambiente.

Na semana passada, sob pressão dos produtores e de outras agências da própria ONU, a OMS deixou de usar o termo “gripe suína” e passou a adotar o nome científico A(H1N1). Isso porque não foi provada, na forma atual do vírus, a contaminação de um humano por um porco.

*com dados Pig Progress

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