Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,81 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 155,11 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,84 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,12 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 4,89 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 4,88 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 132,22 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 142,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 123,84 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.539,43 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.432,54 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 127,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 154,50 / cx
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Conteúdo Técnico

A paridade da porca pode afetar a ontogenia imunológica do leitão

A atividade do sistema imune pode ter o início disparado por eventos durante o parto, pelo colostro e pelo ambiente, visando promover proteção contra moléculas estranhas e microrganismos que estão iniciando sua colonização e desafiando o animal

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A paridade da porca pode afetar a ontogenia imunológica do leitão

A suinocultura tem evoluído muito nos últimos anos, sendo responsável pela produção de 4,701 milhões de toneladas e tornando o Brasil o quarto maior produtor e exportador de carne suína (ABPA 2022). Esta evolução é resultado de intensas melhorias no processo e avanços no desenvolvimento genético, principalmente aumentando a prolificidade das fêmeas, e, consequentemente, aumentando o número de nascidos para 13,5 nascidos vivos por fêmea resultando em 28,9 desmamados/fêmea/ano (Bittencourt, C. G 2020).

O aumento no tamanho da leitegada gerou uma heterogeneidade de peso e tamanho dos leitões. Assim, se fez fundamental o estudo mais aprofundado sobre a importância dos componentes imunológicos do colostro suíno. Estes componentes fornecem imunidade ao leitão recém-nascido, considerando que a ingestão de colostro é a única forma de aquisição de imunidade materna, pois devido à natureza epiteliocorial da placenta suína, impermeabiliza a transferência de anticorpos maternos via uterina, sendo fundamental a ingestão de colostro nas primeiras horas de vida (Le Devidich et al, 2005).

Durante a vida intrauterina, o feto é capaz de responder à estimulação antigênica num período relativamente precoce do seu desenvolvimento. Como o ambiente uterino no suíno é praticamente estéril não havendo, normalmente, estimulação antigênica, o que faz com que não haja produção de anticorpos pelo feto. Portanto, o leitão é agammaglobulêmico ao nascimento tornando-o imunodeficiente até o desmame.

A atividade do sistema imune pode ter o início disparado por eventos durante o parto, pelo colostro e pelo ambiente, visando promover proteção contra moléculas estranhas e microrganismos que estão iniciando sua colonização e desafiando o animal (McCauley & Hartmann, 1984). De fato, as primeiras quatro semanas de vida dos leitões são um período crítico em que esses animais apresentam maior susceptibilidade às doenças.

Dentre os fatores que contribuem para essa situação, destaca- se a imaturidade do sistema imune do leitão recém-nascido. Esses leitões não são capazes de desenvolverem uma resposta imune satisfatória, já que ainda apresentam uma imaturidade funcional do sistema imune e do tempo necessário para a geração de imunidade humoral e celular (Pomorska-Mol et al., 2010; Salmon et al., 2009).

Leia a matéria completa na edição 307 da Suinocultura Industrial

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