Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,28 / kg
Soja - Indicador PRR$ 119,94 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,17 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,08 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,85 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,77 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,60 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,52 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,67 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 158,55 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 166,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,45 / cx
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Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,18 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 167,73 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,26 / kg
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Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.173,45 / t
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Bahia deve alcançar primeiro lugar em energia eólica em 2019

O Estado encerrou o ano de 2018 na contagem regressiva para a chegada ao primeiro lugar em geração eólica

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Bahia deve alcançar primeiro lugar em energia eólica em 2019

Os bons ventos que levaram desenvolvimento econômico e social, em especial, para a região do semiárido baiano nos últimos 10 anos, farão a Bahia alcançar o primeiro lugar em geração eólica em algumas semanas, ultrapassando o Rio Grande do Norte, de acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

O Estado encerrou o ano de 2018 na contagem regressiva para a chegada ao primeiro lugar em geração eólica, posição que já ocupa no ranking de geração de energia solar fotovoltaica. Com o melhor potencial solar do país, a Bahia investiu mais de R$ 13,06 bilhões em energias renováveis nos últimos quatro anos. A energia eólica foi responsável pelo investimento de R$ 9,93 bi com a implantação de 102 parques (2.634 MW) e a geração aproximada de 39,1 mil empregos em toda a cadeia produtiva.

Já a energia solar fotovoltaica investiu R$ 3,13 bi, para implantação de 24 parques (606,2 MW), que geraram aproximadamente 15,3 mil empregos. Segundo a secretária de Desenvolvimento Econômico (SDE), Luiza Maia, as energias renováveis são um bom exemplo do constante esforço feito pelo Governo do Estado na interiorização dos investimentos, em especial nas regiões mais secas e carentes, como o semiárido. “A Bahia foi abençoada com ventos constantes e unidirecionais e um excelente nível de radiação solar. O que o governo tem feito é incentivar e desenvolver essas vocações naturais na busca de alternativas limpas para geração de emprego e renda”, afirma.

A secretária lembra que o documento PIB dos municípios baianos (2015-2016) divulgado, em dezembro, pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), em parceria com o IBGE, revelou que os municípios de Gentio do Ouro e Tabocas do Brejo Velho destacaram-se positivamente na análise do ranking de participação do PIB nacional, graças às energias renováveis que impactaram de forma positiva esses e outros municípios. Boas perspectivas para o futuro As perspectivas continuam positivas para o segmento que prevê a continuidade nos investimentos.

 A previsão para a energia solar fotovoltaica é de crescimento. Até 2021, mais 5 parques devem entrar em operação com um total de 124,6 MW e perspectiva de investimento de R$ 738,5 milhões. Quando analisados os números de usinas eólicas com previsão de instalação, a Bahia sai em disparada na frente. Enquanto o Rio Grande do Norte tem previsão de instalar mais 33 novas usinas (823,8 MW), o estado baiano irá colocar em operação mais 96 parques (1.781,8 MW) até 2023. Serão investidos em torno de R$ 7,49 bilhões, que vão gerar aproximadamente 26,7 mil empregos em toda a cadeia produtiva.

De acordo com dados da SDE, quando os 96 parques estiverem implantados e forem somados aos atuais 135 em operação, serão mais de 5GW, a partir da fonte eólica, injetados na rede, capazes de suprir a necessidade de 16 milhões de residências/mês, considerando que a média de consumo de residências do Nordeste é de 120kWh/mês, segundo o Consumo Mensal de Energia Elétrica por Classe definido pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE).

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