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Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,28 / kg
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Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,17 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,08 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,85 / kg
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Suíno - Estadual PRR$ 6,60 / kg
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PIB do campo voltou a cair em novembro, afirma CNA

Em outubro, pela primeira vez em 27 meses, o PIB do agronegócio caiu 0,88%.

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Redação (09/02/2009)- Pelo segundo mês consecutivo, o Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio nacional registrou uma variação negativa em seu desempenho em 2008. A soma das riquezas do setor teve contração de 0,42% em novembro do ano passado. Em outubro, pela primeira vez em 27 meses, o PIB do agronegócio caiu 0,88%. 

Mesmo sob os efeitos da crise financeira global, que reduziu preços e demanda internacionais, a expansão acumulada pelo setor em onze meses de 2008 somou 6,15%, segundo estimativa divulgada na última sexta-feira pela Confederação da Agricultura e Pecuária (CNA) e pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea-USP). O PIB do setor deverá totalizar R$ 682,15 bilhões. Em 2007, a soma atingiu R$ 642,6 bilhões, uma significativa expansão de 7,9% – e a maior desde os 8,8% de 2002. 

Na agropecuária básica, o acumulado de 2008 até novembro chegou a 12,07% – foram 12,65% da agricultura e 11,33% da pecuária. Auxiliado pela forte alta nos preços internacionais, o que se refletiu em ganhos extraordinários no mercado brasileiro, o segmento de insumos cresceu 16,75% neste período. Na outra mão, a agroindústria avançou apenas 0,69% e a distribuição, 3,65%. 

A desaceleração mais aguda ocorreu nas indústrias de açúcar, beneficiamento de produtos vegetais, calçados, têxteis, vestuário, madeira e mobiliário, além de papel e celulose. A maioria dos setores industriais agropecuários já revelava perda no ritmo de atividade desde novembro de 2007. Conforme a CNA, os maiores prejuízos ocorreram em segmentos que mais sentiram o efeito da perda de competitividade devido ao real muito valorizado até setembro. 

Em nota, a confederação afirmou que os dados da estimativa CNA-Cepea indicam que a "capacidade de reação do setor" para o segundo semestre deste ano dependerá de três fatores: manutenção do câmbio desvalorizado, rolagem satisfatória das dívidas rurais e recuperação do capital de giro próprio dos produtores. "Para tanto, os preços internacionais de commodities agropecuárias precisam ficar em torno do nível atual, sem maior aprofundamento da recessão no resto do mundo", afirma a nota. 

O ritmo de expansão no faturamento médio das lavouras, pelo conceito de Valor Bruto da Produção (VBP), foi afetado pelo baixo crescimento do volume médio anual das lavouras – 5,24% ao ano em novembro na comparação aos 6,46% de outubro – e a desaceleração nos preços, 9,25% ante 10,99% no mesmo intervalo. 

As lavouras de arroz, cacau, cebola, feijão e soja continuaram com os preços em aceleração. Trigo e tomate tiveram expressiva expansão de quantidade. A CNA informou, ainda, que a desvalorização elevada do real já se reflete na recuperação de preços para os segmentos de soja e milho. "A expectativa é de que, a partir do plantio da safrinha, os sinais de queda de atividade possam começar a reverter".


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