Sadia tem projeto de crédito de carbono aprovado pela ONU. Produtores geram créditos com uso de biodigestores. Mais de mil suinocultores integrados da empresa serão beneficiados.
Suinocultura sustentável
O projeto de suinocultura sustentável da Sadia – que hoje é subsidiária integral da Brasil Foods – recebeu hoje (26/11) a aprovação das Nações Unidas para receber créditos de carbono pela modalidade “programática”. Na prática, isso significa que mais de 1.000 suinocultores integrados da empresa poderão gerar – e vender – créditos de carbono ( até então, para ter direito a créditos, a empresa precisa protocolar cada um dos suinocultores isoladamente o que tornava o processo extremamente complexo e oneroso).
A geração de créditos se dá a partir da conversão, com o uso de biodigestores, do gás metano, presente nos dejetos dos porcos, em dióxido de carbono. E por que isso vale créditos? Porque o metano é um gás causador do efeito estufa ainda mais poderoso que o CO2. O programa 3S foi um dos primeiros projetos de crédito de carbono desenvolvidos no Brasil e já rendeu muitas dores de cabeça à empresa. Espera-se que agora a coisa ande … mesmo ( os funcionários envolvidos no programa estavam esperando não é de hoje a aprovação dessa metodologia).
Leia também no Agrimídia:
- •Dinamarca congela licenças para novas granjas de suínos e setor ameaça ir à Justiça
- •Expectativa de safra volumosa pressiona preços da soja para 2027
- •Suíno a R$ 4,99 por quilo expõe pressão sobre receita do produtor paulista
- •Na SI: Falta de mão de obra acelera a busca por automação e IA nas granjas de suínos
























