Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,27 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,69 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 152,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,48 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,02 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 131,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 141,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 143,17 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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H1N1

Nova campanha para gripe A

Ministério da Saúde confirma mais quatro mortes e lança nova campanha para informar população sobre gripe A (H1N1).

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O Ministério da Saúde lançou ontem (20/07) uma nova campanha para esclarecer a população sobre formas de contágio, transmissão e tratamento da influenza A (H1N1). O governo federal está investindo R$ 5 milhões nessa etapa da campanha, que será veiculada por emissoras de TV e de rádio a partir de hoje até o dia 31 de julho.

Foram confirmadas quatro novas mortes divulgadas hoje pelo governo do Rio Grande do Sul, totalizando 15 casos fatais até agora no País. O ministério informou que há transmissão sustentada (sem conato com pessoas doentes de outros países) do vírus naquele estado e em São Paulo. Também existem perspectivas de que isso ocorra em outros Estados.

“Temos avaliado continuamente as dúvidas e procurado responder a todas as dúvidas que têm surgido. Cada vez mais, de acordo com a evolução da doença fora e dentro do País, o que muda é o conteúdo da informação”, resumiu o diretor de Vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde, Eduardo Hage. “A partir do momento em que se tem o estabelecimento da pandemia, o conteúdo da mensagem passa a ser no sentido de priorizar aqueles grupos de maior risco para evitar a ocorrência de casos graves e óbitos.”

Pesquisa realizada entre os dias quatro e seis de julho revelou que 75% dos 802 entrevistados já viram alguma propaganda sobre a doença, mas 15% têm dúvidas quanto às formas de contágio, 15% quanto aos sintomas e 13%, com relação a medidas de prevenção.

A campanha, chamada “Tire suas dúvidas sobre a influenza A (H1N1)”, responderá às seguintes perguntas: como se pega a nova gripe, como se faz para não pegar a nova gripe, quando se deve procurar atendimento médico, quais são os sintomas da doença, se a gripe é perigosa e se tem tratamento. Também orientará a população a não se automedicar e a procurar um posto de saúde ou médico de confiança se estiver com febre, tosse, dor de garganta e dificuldade para respirar.

Hage informou que são inócuas medidas como a suspensão de aulas, como vem sendo feito por alguns municípios do Rio Grande do Sul. “As medidas de contenção devem ser avaliadas caso a caso. O que se preconiza é que essas medidas têm, cada vez mais, menos efeito na medida em que a disseminação já ocorre não somente no Rio Grande do Sul como em outras áreas do país”, afirmou.

Alertou, no entanto, que não há motivo para pânico e lembrou ainda que a transmissão sustentada da nova gripe é igual a da gripe sazonal de inverno: de pessoa para pessoa, de forma disseminada, em especial em grandes centros. “O quadro clínico apresentado, a gravidade e a ocorrência de óbitos têm sido muito semelhantes a da gripe comum”, informou.

Segundo ele, todos os anos são registradas cerca de 900 mil internações e 77 mil mortes por gripes ou causas associadas, como pneumonias e bronquites. “Todos os anos vamos ter ocorrências de casos, internações e, infelizmente, sempre vamos ter óbitos por gripe, o que tem modificado são os vírus responsáveis, os agentes responsáveis por essa doença. Hoje é o H1N1, o novo vírus, no ano passado eram outros vírus que estavam circulando”, ressaltou.

Permanece, apenas, a recomendação de que pessoas que tenham apresentem fatores de risco (gravidez, crianças menores de dois anos, pessoas com mais de 65 anos e portadores de doenças como câncer, diabetes, hipertensão e obesidade mórbida) evitem viajar para outros países onde há transmissão sustentada da gripe. “O governo brasileiro não pode assegurar o tratamento ou a medida que seja mais indicada fora do território nacional”, justificou.

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