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Presidente do Peru classifica Brasil como parceiro ideal

“Somos a rota mais próxima para o Brasil alcançar o Oceano Pacífico e exportar seus produtos”, afirmou Alan García

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Redação (19/09/2008)- O presidente peruano Alan García defendeu nesta quinta-feira (18) a elaboração de um acordo comercial bilateral entre Peru e Brasil, para acelerar o crescimento das duas nações e protegê-las da crise econômica dos Estados Unidos. A proposta foi apresentada em São Paulo, na abertura da ExpoPeru 2008, feira empresarial de investimentos realizada na Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp).

Demonstrando bom humor nas suas declarações, Alan García discursou por pouco mais de uma hora para cerca de 400 empresários e, neste intervalo de tempo, elencou os motivos que o fazem acreditar na viabilidade de uma aproximação comercial entre os governos peruano e brasileiro. “Se eu fosse presidente do Brasil, escolheria o Peru para ser o meu parceiro comercial número 1”, brincou García, que também falou sério sobre suas pretensões nesta visita oficial ao Brasil.
 
“Enxergo o Brasil como parceiro ideal para qualquer país que queira se desenvolver na América do Sul. E é isso que o Peru está disposto a fazer e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva já sabe de tudo. Temos grandes empresas brasileiras no Peru, mas isso precisa aumentar. Não temos lá, por exemplo, nenhum banco do Brasil. Somos vizinhos, mas termos uma relação apenas mediana. Somos a rota mais próxima para o Brasil alcançar o Oceano Pacífico e exportar seus produtos”.

O chefe do Executivo peruano frisou mais de uma vez em seu discurso que as empresas brasileiras estão convidadas a discutir, planejar e ampliar – em parceria com o Poder Público local – o complexo portuário de San Juan, no litoral sul do Peru. Para Alan García, essa e outras discussões não podem mais esperar por 10 ou 15 anos: o mercado mundial exige agilidade nas respostas.

“Hoje, organizações como o Mercosul e a Comunidade Andina não suprem mais as necessidades do Peru e de outros tantos países deste continente. Isso é coisa do século 20, funcionou lá atrás, mas não podem continuam a segregar as nações em pleno século 21. O Brasil teve 5% de crescimento econômico em 2008, enquanto nós, uma nação com apenas 28 milhões de pessoas, vamos fechar este ano com um crescimento de 9%. Portanto, temos potencial, mas precisamos que o Brasil acredite na gente”, reiterou o presidente do Peru.

O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, concordou com o tom adotado por Alan García. Para o brasileiro, as autoridades econômicas não podem ficar somente lamentando o fracasso da Rodada Doha, onde os principais países do mundo fracassaram na tentativa de assinar acordos comerciais costurados há mais de dez anos. É preciso olhar para frente, pensar no que ele mesmo definiu de “Momento Pós-Doha”.

“Só nesta ExpoPeru, por exemplo, teremos em dois dias 900 rodadas de negócios entre empresários dos dois países. É possível procurar novos caminhos, firmarmos novos acordos, sem nos preocuparmos com a crise que está assolando o mundo neste momento. Não é porque Doha fracassou que deixaremos de fazer o que é preciso para desenvolver o Brasil. Estamos dispostos a ajudar, a fomentar negócios entre nações”.

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