Já a pressão externa age no preço do milho.
Forte retração nos preços da soja ontem na bolsa de Chicago
Redação (04/09/2008)- A valorização do dólar americano em relação a outras moedas, a queda das cotações do petróleo e dos metais e chuvas favoráveis em regiões produtoras dos Estados Unidos derrubaram os preços da soja ontem na bolsa de Chicago. Os contratos com vencimento em setembro caíram 12,51 centavos de dólar, para US$ 13,40, enquanto os papéis para entrega em novembro encerraram a sessão a US$ 12,5150 por bushel, em baixa de 47 centavos. É o menor patamar das cotações finais em duas semanas, segundo a agência Dow Jones Newswires. Em Rondonópolis (MT), a saca de 60 quilos continua em torno de R$ 40, ante os cerca de R$ 45 de meados de agosto, segundo a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato).
Os preços do milho não escaparam da pressão exercida pela valorização do dólar e pela queda do petróleo e dos metais e recuaram ontem na bolsa de Chicago. Os futuros para entrega em setembro próximo encerraram o pregão negociados a US$ 5,4650 por bushel, em baixa de 6,50 centavos de dólar, ao passo que dezembro caiu 7 centavos de dólar e fechou a US$ 5,6225. Diferentemente do que ocorreu no mercado de soja, as previsões de chuvas no Meio-Oeste americano tiveram peso menor para a queda, com o petróleo concentrando as atenções, segundo a agência Dow Jones Newswires. No Paraná, a saca de 60 quilos saiu, em média, por R$ 18,77, 0,5% menos que na véspera, segundo o Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria da Agricultura.
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