Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,98 / kg
Soja - Indicador PRR$ 121,52 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 128,66 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,19 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,65 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,51 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,74 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 166,50 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 174,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 184,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 195,54 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 159,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 177,57 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,07 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,11 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.185,88 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.095,20 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 185,49 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 166,62 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 150,92 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 167,05 / cx

Sebrae-SP apresenta novo modelo do Sistema Agroindustrial Integrado

O objetivo é integrar produtos e serviços em projetos estruturados, em parceria com grupos organizados de produtores, para levar ao campo soluções de capacitação, empreendedorismo, gestão empresarial, tecnologia e expansão de mercados.

Redação (08/07/2008)- Mais de 100 mil produtores rurais cadastrados, 636 grupos organizados e cerca de 530 mil atendimentos realizados em 10 anos, por um programa que atinge praticamente todos os municípios do Estado de São Paulo. Esses são os resultados de uma década de atividades do Sistema Agroindustrial Integrado – SAI –, que terá sua nova fase lançada no dia 8 de julho, às 19 horas, na capital paulista (ver Serviço).

Durante o evento, serão apresentadas a nova sistemática e as principais inovações do programa aos produtores, lideranças rurais, empresariais, governamentais da capital e das regiões do ABC, Baixada Santista, Guarulhos, São João da Boa Vista e Vale do Ribeira, após ter passado por quatro regiões do Estado: São José do Reio Preto, Sorocaba, Bauru e Guaratinguetá. 

Atuando em uma ampla gama de atividades, o SAI engloba desde a apicultura até a lavoura orgânica, passando pela ovinocaprinocultura,  cachaça, fruticultura, produção de leite e cafeicultura e chegando até a agroenergia. Com apoio técnico e capacitação agricultores e pecuaristas transformam-se em verdadeiros empresários. Atualmente, o programa envolve grupos de produtores ativos, organizados em cooperativas ou associações e classificados em três níveis: em formação, em amadurecimento e maduros. Uma vez consolidados, os grupos se voltam para a conquista de mercados, tanto no Brasil quanto no Exterior. 

O projeto que modificou a realidade e a visão dos produtores rurais em todo o Estado ganha agora novas características: ficou mais ágil e eficiente, adotando uma metodologia voltada para resultados.  O objetivo é integrar produtos e serviços em projetos estruturados, em parceria com grupos organizados de produtores, para levar ao campo soluções de capacitação, empreendedorismo, gestão empresarial, tecnologia e expansão de mercados.

“No momento em que a produção de alimentos ocupa o centro das atenções da economia global, renovamos nossa atuação no apoio aos empreendedores rurais propondo uma nova metodologia que visa, acima de tudo, a sustentabilidade deste setor, que forma a base do crescimento econômico do País”, afirma o presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae-SP, presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA) e do Sistema Faesp/Senar AR-SP, Fábio de Salles Meirelles. 

Em 1998, no lançamento do projeto piloto do SAI na região de Votuporanga, o Conselho Deliberativo do Sebrae- SP era presidido por  Meirelles, uma liderança historicamente ligada ao setor rural. Uma década depois, quando Meirelles volta a presidir o Conselho do Sebrae-SP, o SAI inicia uma nova era no atendimento e apoio aos pequenos produtores rurais paulistas.

“O programa vai procurar cada vez mais priorizar integração dos elos das cadeias produtivas, para que possamos potencializar a rentabilidade do homem do campo”, acrescenta Meirelles.

O SAI passa a ter como meta a estruturação e o fortalecimento de grupos de produtores rurais em projetos regionais. O foco será para o atendimento coletivo de grupos de produtores e empreendedores rurais de acordo com a vocação local e regional; desenvolvimento das competências estratégicas, comportamentais e mento aos produtores. 

O objetivo é integrar produtos e serviços em projetos estruturados, em parceria com grupos organizados de produtores, para levar ao campo soluções de capacitação, empreendedorismo, gestão empresarial, tecnologia e expansão de mercados.

Outra novidade importante diz respeito ao processo de renovação dos convênios de consultoria técnica, que passam a ser feitos por meio de edital público, que ficam permanentemente abertos. “Anteriormente, em todos os módulos do SAI tínhamos de passar por um processo burocrático para renovar os convênios de consultoria técnica, até pelas próprias exigências que existem numa entidade como a nossa”, explica Paulo Arruda, diretor técnico do Sebrae-SP. 

“Na nova metodologia não existe mais essa interrupção nos contratos dos consultores, que passam a prestar serviço com base nas horas realmente dedicadas ao atendimento aos produtores. O processo feito por meio de edital público ficará permanentemente aberto. Esta uma mudança importante no SAI: nenhum projeto ficará parado”, completa o diretor.

“A meta é atingir 250 consultores credenciados até o final do ano”, conta Joaquim Batista Xavier Filho, gerente da Unidade Organizacional de Desenvolvimento Territorial do Sebrae-SP. Hoje, segundo Xavier, o credenciamento dos consultores fica aberto em caráter permanente e pode ser feito pela internet, de acordo com determinados requisitos de experiência, formação universitária e disponibilidade de tempo. 

“Ganhamos velocidade e garantia de continuidade. Simplificamos as questões operacionais no credenciamento e estamos oferecendo soluções customizadas, ajustadas às demandas de cada grupo”, afirma.

Há também uma preocupação mais acentuada com o controle das ações realizadas pelo SAI e com os resultados dos grupos, como explica Xavier: “Agora, com base na atualização contínua, conseguimos monitorar em detalhes a evolução de cada grupo de produtores e em que estágio estão em determinado momento. Isso vai nos dizer o que deve ser feito com esse grupo a partir da validação dos planos de ação. Aprimoramos nossa forma de avaliar e medir”.

Paulo Arruda lembra que as mudanças eram necessárias porque o SAI ocupa um lugar especial na agenda do Sebrae-SP: “O perfil empreendedor do homem do campo é bem diferente do perfil do empresário urbano. Apesar de estar muito focado porteira adentro, de querer produzir e gostar da terra, o produtor rural tem dificuldade em visualizar mercado e conscientizar-se da necessidade de capacitação. Em contrapartida, é muito comprometido com sua atividade e, por isso, fica fácil trabalhar questões relacionadas a cooperativismo.

Os produtores rurais se vêem muito mais como parceiros do que como concorrentes e têm, por natureza, um forte espírito cooperativo. Precisam apenas de estímulo para se tornar competitivos, e é nesse ponto que o SAI pode contribuir”.

A meta primordial do SAI, segundo Arruda, é evitar o êxodo do pequeno produtor e elevar seu status. “Para isso, é preciso pensar em diversificação, em tecnologia, em assegurar à sua família condições adequadas de saúde e educação. Isso é fundamental. Precisamos manter o homem no campo, principalmente em São Paulo, o maior mercado consumidor do país.”

SAI Metropolitano

Na capital, Região Metropolitana de São Paulo e Baixada Santista, além do tradicional apoio aos produtores rurais, o Sebrae-SP, juntamente com a Federação da Agricultura do Estado de São Paulo (Faesp) e a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, lançou há quatro anos o SAI  Metropolitano, programa que, além de arregimentar e capacitar os produtores, visa aproximar produtores rurais às empresas do setor de alimentação da região responsável pelo maior mercado consumidor de alimentos do País, com cerca de 20 milhões de habitantes. 

A meta é aproximar os empreendedores rurais das empresas do setor de alimentação da região metropolitana e do entorno da capital paulista, abrindo novos canais de escoamento para a produção.

Em quatro anos de atividades, o SAI Metropolitano já realizou cerca de 30 mil atendimentos e consultoria a produtores rurais e empresários do setor de alimentação, promovendo cursos de capacitação gerencial, estimulando o associativismo entre os produtores e realizando rodadas de negócios para reduzir a intermediação entre produtores e varejistas da cadeia de alimentação. 

O programa já contribuiu para a formação de 28 grupos, incluindo empresários dos segmentos de bares e restaurantes, pizzarias, quiosques e choperias e grupos de produtores rurais das cadeias de hortifruticultura, apicultura, bananicultura, floricultura, cachaça e pesca. 

Serviço:

Lançamento do novo SAI
Terça-feira, dia 8 de julho, às 19 horas
Local: Villa Noah

Endereço: Rua Castro Verde, 266 – Chácara Santo Antonio – São Paulo-SP

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