Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Ractopamina na alimentação de suínos

Os benefícios do uso da ractopamina na produção suinícola foi o tema da palestra do pesquisador do Ital, Expedito Tadeu Facco Silveira, apresentada na AveSui Regiões.

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Redação SI (12/04/07) – A nutrição sempre ocupou papel preponderante na evolução da suinocultura mundial. O constante desenvolvimento de soluções tecnológicas nessa área foi fundamental para o aumento da produtividade do rebanho, da qualidade da carne suína e da competitividade do sistema de produção.

Desde quando começou a ser usada na dieta de suínos, a ractopamina vem chamando a atenção de pesquisadores no mundo todo. Estudos europeus e americanos já avaliaram os efeitos dessa substância na alimentação de suínos e comprovaram vários benefícios. Melhora na conversão alimentar, aumento do ganho de peso, na deposição de carne magra e diminuição da deposição de gordura na carcaça são alguns deles.

Desde que seu uso foi liberado no Brasil, em 1996, o cloridrato de ractopamina vem sendo largamente utilizado pela indústria suinícola nacional. No mesmo período, inúmeros estudos científicos foram realizados no Brasil para avaliar o uso deste aditivo alimentar e seus benefícios na composição da carcaça.

Ganho de peso – Os resultados de alguns desses estudos científicos foram o mote principal da apresentação de Expedito Tadeu Facco Silveira, pesquisador do Centro de Tecnologia da Carne do Instituto de Tecnologia de Alimentos (CTC/Ital), no segundo dia do VI Seminário de Suínos, que está sendo realizado na AveSui Regiões.

De acordo com o especialista, trabalhos de pesquisa sobre o efeito da ractopamina no ganho de peso e conversão alimentar revelam uma contribuição significativa desse aditivo alimentar na criação e processamento de suínos. As características das carcaças dos animais que recebem a ractopamina, explica o pesquisador, também são melhores.

Durante sua palestra, Tadeu apresentou os dados de um trabalho desenvolvido por ele mesmo no Ital em 2005 que avaliou o efeito de diferentes níveis de ractopamina no peso de abate de suínos e nas características quantitativas da carne – como peso vivo, porcentagem de carne magra e gordura da carcaça e quantidade de carne em alguns cortes.

Mais carne – Os resultados do estudo, revela Tadeu, apontaram um acréscimo na quantidade de carne nos cortes – pernil, carré, barriga e paleta – em virtude da adição da ractopamina na ração. “Esses resultados sugerem que os cortes de alto valor comercial foram beneficiados com a adição da ractopamina”, afirma.

Segundo ele, foram constatados incrementos médios de carne considerados expressivos no pernil (1,88kg), carré (0,92kg), barriga (0,96kg) e paleta (0,75kg) com a adição de 5mg/kg. Verificou-se ainda no trabalho um aumento médio no peso vivo (4,53kg) e porcentagem de carne magra (3,57%) com a adição de 5mg/kg do aditivo na ração.

Os resultados obtidos no experimento, afirma Tadeu, permitem concluir que a adição de ractopamina contribuiu para aumentar a quantidade de carne e diminuir a de gordura em animais leves ou pesados. “Levando-se em consideração o rendimento médio de abate e porcentagem média de carne magra na carcaça verificou-se um incremento de 1,53% e 2,63%, respectivamente com a adição de 5mg/kg de ractopamina na ração”, explica Tadeu.

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