Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Monsanto e Basf fecham acordo de US$ 1,5 bilhão na área de transgênicos

A Monsanto, gigante mundial de sementes transgênicas, e a Basf, líder global no setor químico, formaram uma joint venture para desenvolver sementes de milho, soja, algodão e canola geneticamente modificadas e tolerantes à seca.

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Redação (22/03/07) – Em comunicado, as empresas informaram que pretendem investir US$ 1,5 bilhão em pesquisas e ações de marketing. A expectativa é que as primeiras sementes cheguem ao mercado em 2010. 

Já as variedades de milho resistentes à seca – o produto mais esperado hoje por produtores em todo o mundo – deve levar mais tempo para chegar ao mercado, informou a Monsanto. Analistas do setor não acreditam que uma semente do tipo chegue ao mercado antes de 2012, quando se espera que mais de um quarto da produção global seja destinada à indústria de etanol. 

As duas gigantes têm como meta desenvolver sementes que ofereçam produtividade 20% superior às variedades encontradas atualmente no mercado, aliviando dessa forma a pressão crescente sobre a produção global de alimentos devido à expansão dos biocombustíveis. "O verdadeiro dilema da próxima década é como produzir mais com menos", reiterou Hugh Grant, presidente da Monsanto. 

O aumento da população global colide com a redução da área para agricultura no mundo, escassez de água e mudanças climáticas – fatores que associados à crescente demanda por grãos para biocombustíveis reduzem a oferta global de alimentos. 

Pelo acordo, as empresas administrarão de forma conjunta um banco de genes para o desenvolvimento das pesquisas de plantas resistentes a doenças e manterão programas individuais de pesquisa. Cada uma indicará genes que considerarem de maior interesse para novas sementes e as pesquisas para criar a variedade comercial ficarão à cargo da Monsanto. A americana também será responsável pela comercialização dos produtos e receberá 60% dos lucros líquidos obtidos com as vendas. 

Para os dirigentes da Monsanto e da Basf, a joint venture permitirá que mais projetos de pesquisa sejam realizados, aumentando o número de novas características introduzidas nas sementes lançadas no mercado. "Estamos entusiasmados com a colaboração com a Monsanto, que é uma parceira forte e com recursos excepcionais", disse Peter Oakley, membro do conselho administrativo da BASF. 

A parceria firmada entre Monsanto e Basf ocorre após acordos semelhantes firmados entre suas concorrentes. No ano passado, a anglo-suíça Syngenta formou uma joint venture com a americana DuPont para licenciar códigos genéticos de sementes de milho e soja a produtores americanos de sementes. 

O plantio de transgênicos multiplicou-se por 60 nos últimos dez anos, puxado pelos EUA, segundo o Serviço Internacional para a Aquisição de Aplicações em Agrobiotecnologia (ISAAA). 


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