Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,52 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,43 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,12 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 157,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,69 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,69 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.462,05 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,39 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,58 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 163,44 / cx
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Revista

Influenza Aviária: resposta rápida no RS evidencia força do sistema sanitário brasileiro no anuário de Avicultura Industrial

A resposta rápida à Influenza Aviária no RS destaca a força do sistema sanitário brasileiro na avicultura comercial

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Influenza Aviária: resposta rápida no RS evidencia força do sistema sanitário brasileiro no anuário de Avicultura Industrial

A confirmação da Influenza Aviária de Alta Patogenicidade na avicultura comercial brasileira, em maio de 2025, colocou à prova a estrutura sanitária construída ao longo de décadas no Rio Grande do Sul. A resposta imediata e coordenada evidenciou a capacidade técnica e operacional do Serviço Veterinário Oficial no enfrentamento de emergências sanitárias de alta complexidade.

A atuação eficiente é resultado de um processo iniciado ainda nos anos 2000, quando a doença foi confirmada nas Américas, impulsionando o desenvolvimento de protocolos, sistemas de vigilância e integração entre setor público e iniciativa privada. Esse avanço acompanhou a expansão da avicultura e contribuiu para consolidar o estado como referência em exportação de proteína animal.

Monitoramento contínuo e resposta imediata foram decisivos

Com a chegada da IAAP à América do Sul em 2022, países como Chile, Colômbia e Peru registraram casos, levando o Rio Grande do Sul a intensificar ações de vigilância, especialmente em áreas de aves migratórias.

Entre 2023 e 2024, dois focos em aves silvestres foram identificados nas regiões do Taim e de Rio Pardo, com aplicação rigorosa das diretrizes do plano de contingência nacional. As ações envolveram monitoramento, coleta de amostras e mobilização de equipes técnicas em campo.

O momento mais crítico ocorreu em maio de 2025, com a confirmação do primeiro caso na avicultura comercial. Em menos de 12 horas, equipes já estavam na granja afetada realizando a depopulação das aves, além de procedimentos de limpeza e desinfecção. Paralelamente, cerca de 90 profissionais foram mobilizados para instalação de barreiras sanitárias e reforço da vigilância, com apoio de forças de segurança e autoridades locais.

Estrutura integrada garante controle e credibilidade

A eficiência da resposta sanitária foi sustentada por fatores estruturais, como capacitação contínua das equipes, uso de tecnologias de rastreabilidade, sistemas de monitoramento e integração entre diferentes instituições. A atuação coordenada permitiu conter o avanço da doença, preservar a produção e manter a credibilidade sanitária do estado nos mercados nacional e internacional.

Lições reforçam importância da defesa sanitária permanente

O enfrentamento da Influenza Aviária no estado consolidou aprendizados estratégicos para o setor. A rapidez na resposta foi determinante para evitar a disseminação do vírus, enquanto a qualificação técnica das equipes garantiu padronização e eficiência nas ações.

A mobilização de um contingente adequado de profissionais possibilitou atuação simultânea em diferentes frentes, como vigilância, controle de foco e atendimento a notificações. Além disso, a integração entre órgãos públicos, iniciativa privada e forças de segurança mostrou-se essencial para ampliar a capacidade de resposta.

O uso de ferramentas tecnológicas e sistemas auditáveis assegurou transparência e confiabilidade às ações, enquanto a aplicação prática dos planos de contingência permitiu validar protocolos e identificar pontos de aprimoramento.

O caso reforça que a defesa sanitária animal exige investimentos contínuos, estrutura robusta e coordenação institucional, sendo um pilar fundamental para a sustentabilidade da avicultura, proteção da saúde pública e manutenção do status sanitário brasileiro.

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