Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 69,82 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 155,07 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 161,65 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,12 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,32 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 5,52 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 4,72 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 4,85 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 4,84 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 132,33 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 142,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 123,67 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.533,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.418,34 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 153,67 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 129,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 154,50 / cx
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Orbe Brasilis discutirá Licenciamento Ambiental no 7 Encontro dos Suinocultores Independentes no RS

Evento acontece na cidade de Palmeira das Missões hoje e amanhã(17).

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Redação (16/11/06) – A Orbe Brasilis participará do 7 Encontro dos Suinocultores Independentes no Rio Grande do Sul. O evento, que acontece hoje e amanhã, no Wilson Park Hotel, na cidade de Palmeira das Missões, é promovido pela Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (ACSURS).

A participação da Orbe Brasilis será amanhã (17), às 9h15, quando o biólogo e consultor técnico da empresa, Nelson Grzybowski, realizará a palestra “Licenciamento Ambiental Integrado e Crédito de Carbono”.

Segundo Grzybowski, as leis ambientais e a  fiscalização das atividades produtivas têm sido intensificadas na última década, buscando reduzir os impactos ambientais em que os resíduos possam causar, cada vez mais  o governo atua de forma decisiva no controle de atividades,  por meio de Leis de Crimes  Ambientais e na intensificação da  fiscalização.

“A implantação de sistema de tratamento dos dejetos tem se destacado na atividade pecuária como forma de atender as exigências dos órgãos ambientais fiscalizadores do meio ambiente, propiciando ao produtor rural  continuar em sua atividade de forma sustentável e saudável, sem agredir  o meio ambiente”, afirmou o biólogo.

Nelson Grzybowski  lembra que o desafio da suinocultura é ampliar os projetos que viabilizem o custo da adequação ambiental e ainda permita gerar mais rentabilidade ao produtor. “De tal maneira que a sociedade perceba que o dejeto de suínos, recebendo o tratamento adequado, dando o destino correto no uso de biofertilizantes,  promove  melhorias na estruturação de solos, na qualidade de vida, fixa o homem no campo, dando viabilidade as propriedades rurais absorvendo a mão de obra e com isso favorecendo o desenvolvimento econômico”, disse.

O tratado de Kyoto , contribui com o processo com a utilização de biodigestores nas granjas de suínos,  agregando valores como o crédito de carbono, melhora o processo de tratamento dos dejetos e produz o biogás que pode ser utilizado para a geração de energia térmica e elétrica, possibilitando uma visão ampla do ponto de vista  ambiental e sustentável da suinocultura brasileira.

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