Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,27 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,69 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 152,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,48 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,02 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 131,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 141,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 143,17 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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UE não ampliará o embargo contra as carnes brasileiras

Os europeus mantêm embargo à carne produzida em São Paulo, Paraná e Mato Grosso do Sul.

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REdação (06/10/06)- A União Européia anunciou que, por enquanto, não irá ampliar seu embargo contra a carne brasileira por causa dos indícios de febre aftosa registrados há duas semanas em São Paulo. Uma missão de veterinários veio ao país na semana anterior para avaliar a situação e, dia 02, os membros da equipe explicaram que não haveria motivo, no momento, para incrementar as barreiras. Os europeus mantêm embargo à carne produzida em São Paulo, Paraná e Mato Grosso do Sul.

Conclusões preliminares da missão veterinária superam as expectativas dos exportadores, segundo um especialista em agronegócios que acompanha interesses brasileiros em Bruxelas. Considerando o contexto em que a missão foi enviada, com a Comissão Européia sob pressão de alguns Estados membros da UE para endurecer contra a carne brasileira, o resultado foi altamente positivo, afirmou a fonte.

Segundo Philip Tod, porta-voz de saúde e proteção dos consumidores da UE, o relatório final do FVO (Escritório Veterinário e de Alimentos) não está pronto, mas, com base nas conclusões preliminares dos inspetores, a Comissão Européia não pensa em modificar no momento as medidas atualmente em vigor envolvendo a febre aftosa. Conforme o especialista que acompanha os interesses brasileiros em Bruxelas, que prefere o anonimato, a missão constatou nas visitas em São Paulo que não havia problemas com aftosa. Em setembro, foram divulgados exames que mostraram animais com resultado reagente para aftosa no Estado, o que precipitou a vinda da missão.

Ao mesmo tempo, um relatório publicado na Austrália, outro grande exportador de carne bovina, mostrou que os pecuaristas locais amargam queda de renda de 50% em 2005-2006. O relatório do Escritório Australiano de Pesquisa Econômica e Agrícola (Abare) explica que, embora os preços sigam elevados, a renda foi afetada pela redução de 5% no número de animais vendidos. Os produtores também sofrem com o câmbio e com a concorrência dos EUA e da Índia (carne de búfalo).

Carnes bovina e de vitelo continuam a ser a principal commodity agrícola da Austrália, com valor da produção estimado em US$ 5,5 bilhões em 2005-2006. Dois terços da produção é exportada. A demanda do Japão e da Coréia do Sul pelo filé australiano foi estimulada pela proibição de importação da carne dos EUA após a descoberta de um caso de vaca louca no país em 2003.

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