Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Crédito de carbono para suinocultura

Cerca de 60 produtores de suínos catarinenses querem vender aos japoneses créditos de carbono provenientes dos dejetos suínos.

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Redação SI (15/09/06)-  Os produtores independentes de suínos de Santa Catarina estiveram reunidos ontem com o representante do Japan Carbon Finance (JCF), Hiroshi Tomita, para negociar vendas de créditos de carbono. O contrato ainda não foi assinado, mas segundo Tomita, as tratativas estão avançadas.

Cerca de 60 produtores de suínos catarinenses querem vender aos japoneses créditos de carbono provenientes dos dejetos suínos. A Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS) procurou o JCF na tentativa de eliminar intermediários no processo de comercialização e encontrar alguém que tivesse expertise no assunto, principalmente para as certificações internacionais exigidas. Os japoneses desenvolverão toda a forma de operacionalização dos biodigestores.

Segundo Tomita, o projeto de crédito de carbono por meio da suinocultura de Santa Catarina mostrou-se atrativo não só em termos econômicos, mas também nas condições de estruturação da operação, que prevê desenvolvimento sustentável, e negociação com granjas agrupadas. “Seria muito difícil negociar com cada granja”, disse ele.

Não foi revelado o valor da transação. Além do acordo com suinocultores no Estado, Tomita está negociando crédito de carbono provenientes de aterros sanitários – outro importante filão de negócio para países em desenvolvimento, como o Brasil – em outras regiões do sul do país.

De acordo com o presidente da ACCS, Wolmir de Souza, no dia 25 deste mês um novo encontro será feito em Concórdia para que os japoneses conheçam os produtores. O Banco do Estado de Santa Catarina (Besc), que participou da reunião de ontem, deverá ser o avalista da transação.

O projeto de venda de crédito de carbono, ainda incipiente no país, vem sendo negociado há um ano e meio pelos suinocultores, segundo Souza. A negociação com o JCF envolve antecipação da venda de crédito para a construção de instalações de biodigestores. Ainda não é revelado quanto os 60 produtores gerariam de crédito de carbono.

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