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UE está disposta a melhorar oferta na OMC

Porém, os outros principais membros também devem contribuir.

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Redação (24/05/06)- Esta mensagem do comissário europeu de Comércio, Peter Mandelson, foi enviada à reunião ministerial da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), em Paris, onde foram abordadas as difíceis negociações na OMC.

“Se as circunstâncias permitirem, ou seja, somente se os principais membros também colocarem algo que valha a pena sobre a mesa, a UE estará pronta para melhorar ainda mais sua atual oferta agrícola”, diz a mensagem de Mandelson.

O movimento europeu em matéria de acesso aos mercados agrícolas está condicionado a que os Estados Unidos limite mais seus subsídios internos aos agricultores.

A UE ainda pede que os EUA renunciem às exigências “totalmente surreais” sobre o acesso aos mercados, e que os países emergentes reduzam as tarifas aplicadas a bens industriais.

A melhora “realista” da oferta européia poderia incluir um corte maior das tarifas aplicadas pela UE às suas importações agrícolas, assim como uma redução do número de produtos “sensíveis”, protegidos com tarifas elevadas.

A disposição da UE à “flexibilidade” foi amparada como algo “muito positivo” pelo ministro de Comércio australiano, Mark Vaile, após uma reunião informal realizada nesta terça-feira em Paris com os representantes dos principais grupos negociadores na rodada de Doha da OMC.

Para Vaile, o gesto europeu dá um novo impulso às negociações, que, segundo os representantes na reunião, poderiam terminar no final de junho, com acordos nos três temas mais sensíveis: maior acesso aos mercados agrícolas e de bens industriais, além de uma redução dos subsídios agrícolas internos.

Mas o número dois do Comércio Exterior dos EUA, Peter Allgeier, advertiu que “uma mudança mínima” na oferta européia “não seria suficiente” para levá-la ao nível que seu país considera necessário.

Nesta terça, Allgeier dará uma entrevista coletiva no final da reunião da OCDE, onde se espera mais comentários do vice-representante.

Em sua mensagem, o comissário europeu de Comércio ainda advertiu que as negociações da rodada de Doha se encontram em uma fase “crítica” e que “chegou o momento da verdade”.

“Ou alcançamos um grande acordo equilibrado e viável para satisfazer nossas respectivas necessidades econômicas ou vamos ter que assumir as conseqüências de adiar um acordo”, declarou Mandelson, antes de acrescentar que “todos sabem” que tais conseqüências poderiam prejudicar seriamente a economia mundial.

Segundo o vice-representante, todos os países presentes à reunião ministerial, tanto membros da OCDE como não membros, como Brasil e China, têm a “responsabilidade comum” de fazer da rodada de Doha “um êxito”.

“A Europa fará sua parte. Estamos oferecendo muito, de fato mais do que outros (…) e estamos preparados para ir ainda mais longe. Mas não podemos ser o único banqueiro desta rodada. Esperamos que outros entendam e aceitem para avançarmos juntos”, concluiu Mandelson.

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