Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 71,09 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,00 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 128,80 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,12 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,94 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,64 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,78 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 178,01 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 188,37 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 200,90 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 209,26 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 168,82 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 194,84 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,05 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,09 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.211,34 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.091,60 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 206,04 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 183,84 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 170,25 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 178,62 / cx

Carne de Avestruz – Forúm de competividade de carnes

A ABRE conseguiu juntamente com Ministério do Desenvolvimento criar um sub-fórum específico para a Carne de Avestruz.

Compartilhar essa notícia

Redação (17/03/06) – A ABRE – Associação Brasileira de Estrutiocultura, através de sua Presidente Mary Zago, conseguiu junto ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, no Fórum de Competividade de Carnes, criar um sub-fórum específico para a Carne de Avestruz.

Segue abaixo a notícia do Ministério (MDIC):

Empresários e governo propõem ações para melhorar a qualidade da carne brasileira

Empresários, trabalhadores, governo e instituições de ensino e pesquisa científica estiveram reunidos ontem (9/03) no Fórum Permanente de Carnes, coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), para debater temas que envolvem as cadeias produtivas da carne bovina, suína, de aves e de carnes especiais. Da reunião saíram os encaminhamentos de ações que irão possibilitar a melhoria da qualidade da carne brasileira, a integração da cadeia produtiva, o financiamento da produção e o desenvolvimento regional e do mercado de trabalho.

As ações englobam estratégias de marketing, elaboração de um diagnóstico atual dos acordos internacionais, bem como o levantamento das barreiras sanitárias. Está em processo de finalização um estudo sobre financiamento às exportações, os gargalos e as ações existentes de incentivo às exportações.

Outra questão levantada pelos Grupos de Trabalho do Fórum para a melhoria da cadeia produtiva é a necessidade de agregar valor ao produto e com isso atender ao mercado interno e externo. Um dos objetivos estabelecidos pelo Fórum de Carnes é a modernização do parque industrial de uma forma que abranja toda a cadeia do setor.

De acordo com a diretora do Departamento das Indústrias Intensivas em Mão-de-obra e Recursos Naturais do MDIC, Aneli Dacás, ao colocar em uma mesma mesa de discussões cientistas, empresários, trabalhadores, governo e instituições de ensino, será possível estipular quais passos da ciência e tecnologia a indústria poderá utilizar para melhor alcançar os mercados.

Segundo ela, atualmente, a exportação de carnes brasileira consiste, basicamente, de peças in natura que, além de terem pouco valor agregado, são suscetíveis a muitas barreiras sanitárias no exterior. A idéia é selecionar as características da culinária brasileira e desenvolver produtos que agradem tanto o paladar dos brasileiros quanto dos compradores estrangeiros.

Para a diretora, é uma grande conquista trabalhar com a indústria de alimentos para o desenvolvimento da produção brasileira. “Estamos conseguindo uma sinergia do que estava sendo feito e pesquisado no Brasil e que estava disperso. São ações práticas, com inovação e avanço, que vão desde a embalagem até a sanidade, com perspectiva pra mudar a linha de atuação e conseguir alternativas viáveis para exportação. Com isso, conseguiremos até evitar que as barreiras sanitárias atrapalhem nossas vendas”, explicou.

Como há muita demanda de todo o setor sobre problemas pontuais, como o aparecimento de focos de febre aftosa e a ameaça iminente da gripe aviária, foi criado um grupo de trabalho Ad hoc, que irá trabalhar especificamente e pontualmente com a qualidade da carne, apoiado em três linhas de ação, a rastreabilidade, sanidade e certificação, perpassando por todos os grupos de trabalho do Fórum.

Até agora, os grupos de trabalho já detectaram alguns gargalos da produção e exportação de suas áreas e, com base nisso, elaboraram uma consulta por escrito para a indústria sobre como elas enxergam a inovação tecnológica e as dificuldades de implantá-la.

Para a coordenadora do laboratório de Bioaromas da Faculdade de Engenharia de Alimento da Unicamp, Gláucia Maria Pastore, é “inédita essa iniciativa de colocar todos os setores envolvidos com o sistema de conhecimento para alavancar o desenvolvimento produtivo”. Para ela, será muito mais fácil configurar o setor, delineando seus pontos fortes e fracos.

Segundo a pesquisadora, atualmente as instituições de pesquisa que trabalham inovações tecnológicas para a área de alimentos já vendem para o exterior a tecnologia de processamento de carnes sem sequer usá-la no Brasil. Agora há oportunidade de trazer a inovação para dentro da indústria brasileira.

Carne de Avestruz

Os estrutiocultores, ou seja, os criadores de avestruz, também estão vendo o Fórum de Carnes com um importante instrumento para melhorar a produção do que ainda é uma atividade recente no Brasil. De acordo com a presidente da Associação Brasileira de Estrutiocultura, Mary Zago, só agora se conseguiu fechar a cadeia produtiva da carne de avestruz com abate, comércio e exportação.

Segundo ela, o Grupo de Trabalho para Inserção e Novos Mercados, será fundamental para dar um suporte estratégico aos produtores, abrangendo desde a elaboração de embalagens até a exportação da carne tratada. Será feito um trabalho completo de pesquisa, desenvolvimento, apresentação e divulgação das carnes com perspectiva de inserção total da carne de avestruz no mercado interno. Além disso, foi acertada a criação de um subfórum que irá tratar só de avestruz, com foco em orientações de abate.

Mais lidas

Atualizando dados.

Cotação
Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 71,09
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 122,00
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 128,80
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 10,12
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 6,94
    kg
  • Suíno - Estadual
    MG
    R$ 6,76
    kg
  • Suíno - Estadual
    PR
    R$ 6,67
    kg
  • Suíno - Estadual
    SC
    R$ 6,64
    kg
  • Suíno - Estadual
    RS
    R$ 6,78
    kg
  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 178,01
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Branco
    R$ 188,37
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 200,90
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 209,26
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 168,82
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 194,84
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,05
    kg
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,09
    kg
  • Trigo Atacado - Regional
    PR
    R$ 1.211,34
    t
  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.091,60
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 206,04
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 183,84
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 170,25
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 178,62
    cx

Relacionados

SUINOCULTURA 328
Anuário AI – Edição 1342
Anuário SI – Edição 327
SI – Edição 326
AI – 1341