Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,30 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 152,13 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,38 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,01 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,95 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 134,59 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 127,27 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,04 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
Destaque Todas Páginas

Comércio aquecido

Exportações de suíno crescem 335% em Mato Grosso.

Compartilhar essa notícia

Redação SI 19/07/2005 – Os negócios internacionais com carne suína cresceram 335,82% nesse primeiro semestre, o maior índice da pauta de exportações mato-grossense no segmento de carnes.

As remessas para o exterior, de janeiro a junho, representaram 2,536 mil toneladas, que correspondem a U$$ 4,766 milhões.

Esse resultado, segundo o gerente-geral do frigorífico Excelência, da Intercoop (Integração das Cooperativas do Médio Norte do Estado), Carlos Sérgio Thomazi, deve-se à reabertura das importações russas, principal mercado consumidor da indústria, detendo 80% da sua demanda.

O frigorífico, localizado no município de Nova Mutum (264 km de Cuiabá), é o único do Estado que exporta seus produtos, segundo assessoria de imprensa da Associação dos Criadores de Suíno de Mato Grosso (Acrismat).

A expectativa da empresa para os próximos meses é comercializar entre 1 mil e 1,5 mil toneladas mensalmente. Negócios que devem render de US$ 2 milhões a US$ 4 milhões por mês, o mesmo comercializado nesses primeiros seis meses.

“O Brasil precisa exportar 20% de sua produção, pois a demanda interna não tem capacidade de consumo. Em relação à carne suína, o mercado interno está retraído, turbulento e o consumo existente é baixo. Por isso, a necessidade de investir nas vendas externas. A Rússia é o nosso maior consumidor, tem maior remuneração e demanda. Com o fim do embargo, foi possível ampliar a comercialização”, observou Thomazi.

Entretanto, segundo o gerente-geral, a Excelência está diversificando seus mercados, está presente também na Argentina, no Uruguai, no Caribe e em Hong Kong.

“Estamos buscando pulverizar os nossos consumidores, para evitar situações adversas. O desafio, no entanto, é que a Rússia consome muito e melhor remunera”, disse Sérgio Thomazi.

Segundo o gerente-geral, para competir e avançar nos países estrangeiros, a empresa está fazendo investimento em biossegurança.

“A questão sanitária é a única barreira que pode interromper o avanço nas negociações internacionais. Estamos determinados a fazer com que todos nossos suínos sejam rastreados para, quando nos depararmos com qualquer ameaça, estarmos protegidos”, observou Thomazi.

No sentido de ampliar a segurança sanitária, ele viajou ontem para o Rio Grande do Sul, onde participa de trabalhos sobre biosegurança.

“O objetivo é informar sobre essa tecnologia e implantar na nossa cadeia produtiva, fazendo a segurança do rebanho independente do Estado e de qualquer outra instituição”, frisou.


 

Assuntos Relacionados
exportaçãosuinos
Mais lidas

Relacionados

SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329