Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,19 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,81 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,73 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.473,16 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Comércio aquecido

Exportações de suíno crescem 335% em Mato Grosso.

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Redação SI 19/07/2005 – Os negócios internacionais com carne suína cresceram 335,82% nesse primeiro semestre, o maior índice da pauta de exportações mato-grossense no segmento de carnes.

As remessas para o exterior, de janeiro a junho, representaram 2,536 mil toneladas, que correspondem a U$$ 4,766 milhões.

Esse resultado, segundo o gerente-geral do frigorífico Excelência, da Intercoop (Integração das Cooperativas do Médio Norte do Estado), Carlos Sérgio Thomazi, deve-se à reabertura das importações russas, principal mercado consumidor da indústria, detendo 80% da sua demanda.

O frigorífico, localizado no município de Nova Mutum (264 km de Cuiabá), é o único do Estado que exporta seus produtos, segundo assessoria de imprensa da Associação dos Criadores de Suíno de Mato Grosso (Acrismat).

A expectativa da empresa para os próximos meses é comercializar entre 1 mil e 1,5 mil toneladas mensalmente. Negócios que devem render de US$ 2 milhões a US$ 4 milhões por mês, o mesmo comercializado nesses primeiros seis meses.

“O Brasil precisa exportar 20% de sua produção, pois a demanda interna não tem capacidade de consumo. Em relação à carne suína, o mercado interno está retraído, turbulento e o consumo existente é baixo. Por isso, a necessidade de investir nas vendas externas. A Rússia é o nosso maior consumidor, tem maior remuneração e demanda. Com o fim do embargo, foi possível ampliar a comercialização”, observou Thomazi.

Entretanto, segundo o gerente-geral, a Excelência está diversificando seus mercados, está presente também na Argentina, no Uruguai, no Caribe e em Hong Kong.

“Estamos buscando pulverizar os nossos consumidores, para evitar situações adversas. O desafio, no entanto, é que a Rússia consome muito e melhor remunera”, disse Sérgio Thomazi.

Segundo o gerente-geral, para competir e avançar nos países estrangeiros, a empresa está fazendo investimento em biossegurança.

“A questão sanitária é a única barreira que pode interromper o avanço nas negociações internacionais. Estamos determinados a fazer com que todos nossos suínos sejam rastreados para, quando nos depararmos com qualquer ameaça, estarmos protegidos”, observou Thomazi.

No sentido de ampliar a segurança sanitária, ele viajou ontem para o Rio Grande do Sul, onde participa de trabalhos sobre biosegurança.

“O objetivo é informar sobre essa tecnologia e implantar na nossa cadeia produtiva, fazendo a segurança do rebanho independente do Estado e de qualquer outra instituição”, frisou.


 

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