ACCS busca alternativas para garantir mercado aos produtores independentes.
Abertura de mercados
Redação SI 21/03/2005 – Com o objetivo de buscar alternativas de mercado para os produtores de suínos independentes, que não têm um comércio seguro e garantido para seu produto, a Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS) está mediando negociações com empresas exportadoras e frigoríficos que buscam atingir este propósito. Este também é um compromisso assumido pelo presidente da ACCS, Wolmir de Souza, diante da Associação dos Suinocultores Independentes de Santa Catarina.
Em encontro no último dia 19, em Chapecó, que reuniu suinocultores independentes de Santa Catarina, membros da ACCS, proprietários de abatedouros e responsáveis pela representação de uma empresa de exportação do Japão, com sede em São Paulo, foram discutidos detalhes para o fornecimento de suínos a abatedouros com Inspeção Federal da Região, para que este tenha carcaça suficiente para fechar contratos de exportação.
Segundo Wiliam Seiti Kituze, proprietário da empresa K6 Trading, que já exporta vários produtos do Brasil, menos a carne suína por questões sanitárias, as negociações já estão bastante avançadas. No entanto, ele destaca que é necessário que os suinocultores da região estejam preparados para a grande explosão das exportações. Para isso, é impressindível que os produtores estejam sempre investindo como no caso da alimentação dos suínos. Para Kituze, é necessário averiguar todos os dados da alimentação consumida para que esteja dentro da legislação dos países importadores do produto, “nós somos respeitados lá fora e queremos que continue assim, mesmo porque agora estamos iniciando as exportações com um novo produto”, comenta.
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Wiliam Kituze afirma ainda que o frigorífico Unibon, de Xanxerê, está apto a fornecer carcaças para a K6 Trading, que já fornece produtos para Honk Kong, Rússia, Argentina, Espanha, Portugal, alguns países da África entre outros.





















