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Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,90 / kg
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Frango - Indicador SPR$ 7,34 / kg
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Sanidade e Agropecuária: Reino Unido intensifica combate à importação ilegal de carne e reforça medidas de biossegurança

Saiba como o Reino Unido está intensificando o combate à importação ilegal de carne com medidas de biossegurança eficazes

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Sanidade e Agropecuária: Reino Unido intensifica combate à importação ilegal de carne e reforça medidas de biossegurança

O governo do Reino Unido anunciou a criação de um novo projeto voltado ao enfrentamento das importações ilegais de produtos de origem animal, com foco especial na carne. A iniciativa, liderada pelo Departamento de Meio Ambiente, Alimentação e Assuntos Rurais, prevê a elaboração de um plano de ação estruturado, com participação de diferentes órgãos governamentais.

A proposta surge em resposta às crescentes preocupações com os riscos sanitários associados à entrada irregular de produtos no país. O plano contará com contribuições de entidades como a Agência de Normas Alimentares, o Ministério do Interior e a Força de Fronteira, com o objetivo de direcionar recursos para áreas consideradas mais críticas com base em evidências.

Dados recentes reforçam a dimensão do problema. A Autoridade de Saúde Portuária de Dover informou a apreensão de mais de 14,2 toneladas de carne ilegal em apenas uma semana no final de março. Desde setembro de 2022, o volume total apreendido no porto ultrapassa 422 toneladas, com crescimento significativo nos últimos meses.

Pressão política e reforço nas estratégias de controle

O aumento das apreensões intensificou as críticas ao governo britânico, especialmente após a publicação de um relatório do Comitê de Meio Ambiente, Alimentação e Assuntos Rurais. O documento destaca a necessidade de medidas mais rigorosas para evitar a entrada de doenças no país, sobretudo no contexto das negociações de um novo acordo sanitário e fitossanitário com a União Europeia.

O comitê enfatiza que o Reino Unido deve manter capacidade operacional para aplicar controles robustos nas fronteiras, independentemente da evolução das negociações com o bloco europeu. Também recomenda que o governo desenvolva, até junho de 2026, uma estratégia voltada à redução da demanda interna por produtos de origem animal importados ilegalmente.

Além disso, há orientação para revisão das medidas de controle de fronteiras já implementadas, com base no retorno de autoridades sanitárias portuárias e operadores do setor. O governo sinalizou que avalia mecanismos para compensar investimentos realizados em infraestrutura de controle.

Conscientização pública e adaptação regulatória

Outro ponto destacado é a necessidade de ampliar o conhecimento da população sobre as regras de importação de alimentos. O governo britânico reconheceu a importância de utilizar pesquisas para avaliar o nível de conscientização pública, considerando que a eficácia das políticas de biossegurança depende, em parte, do cumprimento das normas por viajantes e consumidores. Os resultados desses estudos devem ser divulgados em maio.

Apesar de avanços em algumas recomendações, o governo rejeitou a proposta de estabelecer um período de transição mais amplo — de pelo menos 24 meses — para agricultores e empresas se adaptarem às mudanças regulatórias previstas no acordo sanitário com a União Europeia, cuja implementação está prevista para meados de 2027.

Bem-estar animal e regulamentações futuras

O governo indicou que buscará manter elevados padrões de bem-estar animal nas negociações internacionais, inclusive defendendo exceções em casos de alinhamento regulatório com a União Europeia. A intenção é evitar que produtores britânicos sejam prejudicados por concorrência de países com exigências menos rigorosas.

No campo dos medicamentos veterinários, a administração britânica optou por não vincular um acordo específico às negociações sanitárias em curso. Em vez disso, aposta em programas nacionais voltados à disponibilidade e regulação desses produtos, embora tenha indicado abertura para cooperação internacional.

Riscos sanitários e impactos para o agronegócio

O avanço das importações ilegais de carne representa um desafio crescente para a sanidade animal e para a agropecuária britânica. A introdução de doenças por meio de produtos não fiscalizados pode gerar impactos significativos na produção, no comércio e na segurança alimentar.

Diante desse cenário, o fortalecimento dos controles de fronteira, aliado à coordenação entre órgãos governamentais e à conscientização da população, tende a se consolidar como eixo central da estratégia do Reino Unido para mitigar riscos e proteger seu setor agropecuário.

Referência: Pig World

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