Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 72,02 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,77 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 127,12 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,17 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,97 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,65 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,65 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,81 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 182,85 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 200,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 208,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 223,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 174,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 201,78 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,00 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,01 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.224,33 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.090,60 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 227,05 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 196,95 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 187,56 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 197,23 / cx

Focos de ferrugem asiática confirmados no TO e RO

Já são 12 os Estados brasileiros com lavouras infectadas pelo fungo.

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Da Redação 14/01/2005 – O Consórcio Anti-Ferrugem, coordenado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, confirmou a ferrugem asiática da soja em três municípios do Tocantins e um de Rondônia, elevando de 10 para 12 os Estados brasileiros com a presença da doença. O número de focos no Brasil também sobe para 216.

No Tocantins, a ferrugem asiática foi detectada, na safra passada, também em janeiro, mas o grau de severidade da doença está bem menor. A informação é do pesquisador Rodrigo Brogin, da Embrapa Soja de Londrina, no Paraná.

Nesta safra, os produtores conseguiram fazer as aplicações de fungicidas no momento correto, porque as condições climáticas foram favoráveis, ou seja, não houve chuvas intermitentes como ocorreu na safra passada diz Brogin.

Além disso, os produtores estavam bastante conscientes do problema e fizeram um monitoramento bastante efetivo.

Para o chefe de pesquisa da Embrapa Soja, João Flávio Veloso, em função das irregularidades das chuvas, durante a safra, vários cultivos foram atrasados. Por isso, a quantidade de fungo que estará no ar no final do ciclo da soja pode atingir com mais severidade os cultivos tardios.

Também é preciso muita atenção, nesse momento, às lavouras que entram na fase de enchimento de grão, porque esta é a mais crítica para o aparecimento da doença. Os produtores devem estar prontos para aplicar fungicidas, se necessário alerta Veloso.

A Bahia, que na safra 2001/2002, sofreu ataque severo da ferrugem, nesta safra comemora a ausência da doença até o momento. No ano passado, a Embrapa Soja treinou vários profissionais no Estado, responsáveis pela multiplicação das informações. O alto nível de informação sobre a doença, adquirido nas safras passadas, está sendo refletido agora.

Além desse fato, a Bahia teve o atraso no plantio, devido à escassez e a irregularidades nas chuvas avalia Veloso.

Segundo ele, também no Pará, Maranhão e Mato Grosso, a agressividade da doença está menor, comparada a do ano passado, por causa das condições climáticas.

O Paraná continua sendo o Estado com maior número de focos. São 124 municípios com a presença da doença, sendo 72 focos em aéreas comerciais.

O Mato Grosso é o segundo Estado com maior número de focos de ferrugem identificados. Dos 28 municípios com a doença, 15 são em lavouras comerciais.

De acordo com o pesquisador Mauro da Costa, da Fundação Lucas do Rio Verde, há fazendas no Mato Grosso com ferrugem intensa na fase final do ciclo das plantas, já em ponto de colheita.

No campus da Fundação, a ferrugem se estabeleceu na primeira semana de janeiro nos experimentos de avaliação da doença avalia.

A ferrugem na região de Chapadão do Sul, no Mato Grosso do Sul, está com baixa incidência e as lavouras no geral estão bem desenvolvidas, segundo o pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste, Paulino Andrade.

Tivemos apenas em torno de 5% de replantio. A nossa expectativa é de que conseguiremos colher várias lavouras com uma só aplicação de fungicidas. O monitoramento vem sendo feito a contento, inclusive em áreas já aplicadas, com o intuito de economizar defensivos avalia.

No Rio Grande do Sul, o fitopatologista da Fundação Centro de Experimentação Fecotrigo (Fundacep), Carlos Renato da Rosa, informa que até o momento, não existem relatos da ocorrência da doença em lavouras comerciais.


 

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