Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Suínos: atenção à temperatura

Criador deve recorrer ao manejo correto para reduzir efeitos do desconforto térmico nos animais.

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Redação SI 02/02/2004 – 06h20 – Os suínos apresentam melhores índices de desenvolvimento em condições de conforto térmico, para que possam ter condições de manter sua temperatura corporal sob controle, sem prejuízos para seu desempenho zootécnico. Como a maioria das granjas no Brasil não dispõe de climatização artificial, os produtores se vêem diante do desafio de ajustar o manejo dos animais, de modo a reduzir as perdas em produtividade, mas sem deixar de atentar para os custos dessa compensação.

O suíno é um animal homeotérmico, o que significa que consegue manter sua temperatura corporal relativamente constante, em torno de 39 graus, em uma ampla faixa de temperatura ambiental, explica o médico veterinário Luciano Roppa, especializado em suinocultura.

Para que isso ocorra, no entanto, os animais gastam 80% do total da energia obtida através dos alimentos, restando somente 20% para os processos produtivos (carne e leite).

Prejuízo

Apesar da eliminação de calor ser uma função natural do organismo, esse processo representa um esforço adicional que implica perda de produtividade. No esforço para resfriar o corpo, o organismo aumenta o fluxo de sangue para as partes periféricas (pele) e diminui para os órgãos internos, o que prejudica a digestão dos alimentos e a geração de energia para os processos produtivos.

O estresse calórico também deixa os suínos mais sensível às enfermidades. Pela menor eficiência do sistema imunitário, eles tendem a apresentar maior porcentual de gordura, principalmente na região abdominal, e redução da atividade da glândula tireóide, o que os deixa apáticos.

O desconforto é manifestado em alterações físicas e comportamentais. Entre as mais facilmente observáveis estão o aumento da temperatura corporal e da perda de água pela pele (sudorese) e a procura por lugares mais úmidos e frios. Outros sinais são aumento do consumo de água e queda no de ração, o aumento da atividade respiratória e a prostração.

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