Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
Destaque Todas Páginas

Meningite Estreptococica

A sua granja não está livre dessa doença, mas é possível realizar o controle preventivamente. Conheça, portanto, os sintomas e saiba o que fazer em relação ao mal.

Compartilhar essa notícia

Redação SI 06/10/2004 – A meningite Estreptococia, que é causada pelo Streptococcus suis representa um problema comum nas granjas de suínos.

Esta doença acomete principalmente leitões de creche, causando encefalite, artrite, septicemia, endocardite e morte súbita. Os leitões são colonizados pelo Streptococus suis nos primeiros dias de vida.

Ao desmame, quando os leitões infectados são misturados com os leitões não infectados, a doença é transferida aos leitões livres e estes desenvolvem a doença.

Ocorre em leitões de 1 a 12 semanas de idade, sendo mais freqüente no período pós-desmama quando os leitões sofrem o estresse social pela separação de sua mãe e lutas pela disputa da hierarquia na baia, o que provoca um supressão do sistema imune.

Alguns surtos podem ocorrer após a mistura ou movimentação de leitões provenientes de diferentes granjas, sendo que esta doença é comum em granjas que compram e agrupam leitões de diferentes origens para recria e terminação.

Patogenia

Nos leitões lactentes esta bactéria pode penetrar via umbigo, ferimentos na pele e gengiva (corte de dentes e castração).

Sinais clínicos

Febre, decúbio lateral, movimentos de pedalagem, tremedeira e morte súbita.

Controle e tratamento

Suínos doentes respondem bem a antibióticos, quando feita logo que surgem os primeiros sintomas. Principais drogas a se utilizar são as penicilinas, ampicilina, amoxicilina, cefolosproinas, florfenicol e quinolonas. Associar o antibiótico a um antiiflamatório e um analgésico.

Os antibióticos podem ser feitos através da água ou ração em períodos estratégicos para evitar o aparecimento de novos casos.

Prevenção

As praticas de manejo realizadas na primeira semana de vida, como cuidados com o umbigo, corte de dentes, corte da cauda e castração devem ser feitas com material limpo e desinfectado.

Evitar fatores estressantes, realizar manejo em lotes com vazio sanitário, evitar superlotação, ambientes com ventilação insuficiente.

Assuntos Relacionados saúde animal
Mais lidas

Relacionados

SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329