Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,20 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,33 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,07 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,61 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,67 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.512,00 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.380,03 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Meningite Estreptococica

A sua granja não está livre dessa doença, mas é possível realizar o controle preventivamente. Conheça, portanto, os sintomas e saiba o que fazer em relação ao mal.

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Redação SI 06/10/2004 – A meningite Estreptococia, que é causada pelo Streptococcus suis representa um problema comum nas granjas de suínos.

Esta doença acomete principalmente leitões de creche, causando encefalite, artrite, septicemia, endocardite e morte súbita. Os leitões são colonizados pelo Streptococus suis nos primeiros dias de vida.

Ao desmame, quando os leitões infectados são misturados com os leitões não infectados, a doença é transferida aos leitões livres e estes desenvolvem a doença.

Ocorre em leitões de 1 a 12 semanas de idade, sendo mais freqüente no período pós-desmama quando os leitões sofrem o estresse social pela separação de sua mãe e lutas pela disputa da hierarquia na baia, o que provoca um supressão do sistema imune.

Alguns surtos podem ocorrer após a mistura ou movimentação de leitões provenientes de diferentes granjas, sendo que esta doença é comum em granjas que compram e agrupam leitões de diferentes origens para recria e terminação.

Patogenia

Nos leitões lactentes esta bactéria pode penetrar via umbigo, ferimentos na pele e gengiva (corte de dentes e castração).

Sinais clínicos

Febre, decúbio lateral, movimentos de pedalagem, tremedeira e morte súbita.

Controle e tratamento

Suínos doentes respondem bem a antibióticos, quando feita logo que surgem os primeiros sintomas. Principais drogas a se utilizar são as penicilinas, ampicilina, amoxicilina, cefolosproinas, florfenicol e quinolonas. Associar o antibiótico a um antiiflamatório e um analgésico.

Os antibióticos podem ser feitos através da água ou ração em períodos estratégicos para evitar o aparecimento de novos casos.

Prevenção

As praticas de manejo realizadas na primeira semana de vida, como cuidados com o umbigo, corte de dentes, corte da cauda e castração devem ser feitas com material limpo e desinfectado.

Evitar fatores estressantes, realizar manejo em lotes com vazio sanitário, evitar superlotação, ambientes com ventilação insuficiente.

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