Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,62 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,26 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,52 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,94 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,32 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,62 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,81 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,70 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 145,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.532,17 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.419,84 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,83 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Pernambuco

A elevada carga tributária que acomete a atividade suinícola pernambucana castiga os produtores do Estado.

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Redação SI (Edição 168/2003) – Incipiente e voltada para o abastecimento do mercado local, a suinocultura pernambucana vem atravessando um período difícil nos últimos anos. Como não produz o milho necessário para suprir a demanda exigida pela atividade, Pernambuco vê-se freqüentemente obrigado a lançar mão da importação, adquirindo os grãos produzido pelos Estados do Centro Oeste e pelo Paraná.

O elevado custo de produção aliado aos preços dos suínos praticados no Estado, atualmente deficitários, complicam ainda mais a situação da produção suinícola pernambucana. No momento, a saca de milho comercializada em Pernambuco está cotada em R$ 36,00. Já o custo médio do quilo do suíno vivo produzido hoje no Estado é, segundo a Aspe, de R$ 2,05.

Como se não bastasse, a excessiva cobrança de taxas e impostos que recai sobre a suinocultura pernambucana também tem castigado os produtores locais. “Os encargos fixos referentes à tributação que o suinocultor pernambucano é obrigado a pagar tem o prejudicado bastante”, afirma o presidente da Associação de Suinocultores de Pernambuco (Aspe), João Batista Oliveira dos Santos, embora não tenha especificado quais são os tributos pagos pelos suinocultores do Estado atualmente.

Estrutura – Segundo dados da Aspe, Pernambuco conta hoje com um plantel de aproximadamente 500 mil animais e de cerca de 39 mil matrizes instaladas. O Estado possui cerca de 85 granjas tecnificadas que trabalham dentro do sistema independente. Em 2002, a suinocultura pernambucana abateu cerca de 620 mil animais. A maior parte dos suínos produzidos no Estado é abatida em municípios de maior porte, e que possuem matadouros com inspeção estadual, como Petrolina, Caruaru e Arcoverde.

Atualmente, o Estado continua a dar seqüência ao programa de controle sanitário, desenvolvido sob orientação técnica do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) em conjunto com a Secretaria de Produção Rural e Reforma Agrária de Pernambuco.

Segundo o presidente da Aspe, Pernambuco não dispõe de nenhuma linha de crédito que contribua para a permanência dos suinocultores na atividade. De acordo com Santos, também não há qualquer incentivo, seja ele estadual ou federal, para a instalação ou ampliação de propriedades suinícolas.

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