O termo é novo, mas seus princípios são anteriores à Era Cristã. Gregos e egípcios já produziam vinho e cerveja por meio da fermentação da uva e da cevada, uma técnica precurssora do atual conceito de biotecnologia.
Saiba o que é biotecnologia
O termo é novo, mas seus princípios são anteriores à Era Cristã. Gregos e egípcios produziam vinho e cerveja por meio da fermentação da uva e da cevada. Os produtos, expostos ao ar livre, apresentavam reações orgânicas que resultavam nas bebidas. O processo já era uma forma primitiva de biotecnologia.
Os estudos dessa ciência foram sistematizados a partir do século 17, quando o inglês Robert Hooke comprovou a existência das células e publicou o livro Micrographia, obra pioneira na observação microscópica de organismos. A segunda metade do século 19 trouxe a Era Microbiana, com as técnicas de pasteurização de Louis Pasteur, o descobrimento do DNA por Friedrich Miescher e, sobretudo, as experiências com o cruzamento de ervilhas por Gregor Mendel, apontado como o pai da genética.
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A biotecnologia permite alterar o genoma de plantas e animais, introduzindo neles genes que possam sintetizar proteínas específicas para cumprir determinada função. Como o código genético é universal, isto é, uma mesma seqüência de letras químicas seja do homem, seja de alguma planta, seja de bactérias produz a mesma proteína, pode-se transferir genes entre diferentes espécies com o objetivo de transmitir características para indivíduos diferentes.
























