Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,23 / kg
Soja - Indicador PR R$ 151,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 159,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,31 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,49 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,57 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,20 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 153,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 151,91 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,95 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,11 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,32 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.456,41 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.349,04 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,81 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 135,09 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 150,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,72 / cx
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CPI das Carnes

Comissão se instala, na próxima sexta-feira (26), em Júlio de Castilhos.

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Da Redação 25/09/2003 – A CPI das Carnes promove reunião extraordinária na sexta-feira, dia 26, a partir das 9h30min, no Parque de Exposições Miguel Wairich, em Júlio de Castilhos (RS). É o primeiro encontro realizado no interior do Estado desde o começo das investigações.

A programação dos trabalhos prevê uma inspeção pública ao Frigorífico Castilhense e depoimentos de testemunhas ligadas à planta frigorífica, além da oitiva de criadores da região. De acordo com o presidente da CPI das Carnes, deputado Jerônimo Goergen (PP), as denúncias apresentadas pela advogada da Cooperativa Regional Castilhense de Carne e Derivados, Maria do Carmo Lourenci, apontaram uma série de irregularidades na administração da empresa.

Em depoimento à CPI prestado no dia 25 de agosto, Lourenci explicou que o Frigorífico Castilhense paralisou suas atividades em 1990, depois de enfrentar problemas econômicos e sofrer com a elevada carga tributária. A planta acabou sendo arrendada e uma nova inscrição foi concedida para uma empresa privada. A advogada afirmou que esta empresa retia os lucros e repassava os prejuízos para a cooperativa. Disse ainda que recursos oriundos da exportação da carne não foram contabilizados nos balancetes financeiros.

A má administração obrigou a Justiça a indicar um usufruto judicial aos empregados para que o frigorífico continuasse operando em nome dos cooperativados. O interventor indicado foi Leonardo Thibes, deposto também pelo mesmo motivo: má gestão.

Thibes não teria cumprido as metas propostas pela Justiça do Trabalho. O lucro deveria ser usado para quitar as dívidas trabalhistas mas, de acordo com Lourenci, isso não aconteceu. Além disso, os débitos com os produtores da Grande Santa Rosa ultrapassam R$1 milhão.

O aluguel do frigorífico revela que ele vinha sendo utilizado em benefício de atravessadores, preocupados em burlar o fisco e abater animais irregularmente. Para Jerônimo, esta é a marca do abate clandestino.

Com informações da Assembléia Legislativa.

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