Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,74 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 148,04 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,24 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,18 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,82 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,93 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 135,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 127,37 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,51 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.565,19 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.475,23 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,94 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 148,92 / cx
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CPI das Carnes

Comissão se instala, na próxima sexta-feira (26), em Júlio de Castilhos.

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Da Redação 25/09/2003 – A CPI das Carnes promove reunião extraordinária na sexta-feira, dia 26, a partir das 9h30min, no Parque de Exposições Miguel Wairich, em Júlio de Castilhos (RS). É o primeiro encontro realizado no interior do Estado desde o começo das investigações.

A programação dos trabalhos prevê uma inspeção pública ao Frigorífico Castilhense e depoimentos de testemunhas ligadas à planta frigorífica, além da oitiva de criadores da região. De acordo com o presidente da CPI das Carnes, deputado Jerônimo Goergen (PP), as denúncias apresentadas pela advogada da Cooperativa Regional Castilhense de Carne e Derivados, Maria do Carmo Lourenci, apontaram uma série de irregularidades na administração da empresa.

Em depoimento à CPI prestado no dia 25 de agosto, Lourenci explicou que o Frigorífico Castilhense paralisou suas atividades em 1990, depois de enfrentar problemas econômicos e sofrer com a elevada carga tributária. A planta acabou sendo arrendada e uma nova inscrição foi concedida para uma empresa privada. A advogada afirmou que esta empresa retia os lucros e repassava os prejuízos para a cooperativa. Disse ainda que recursos oriundos da exportação da carne não foram contabilizados nos balancetes financeiros.

A má administração obrigou a Justiça a indicar um usufruto judicial aos empregados para que o frigorífico continuasse operando em nome dos cooperativados. O interventor indicado foi Leonardo Thibes, deposto também pelo mesmo motivo: má gestão.

Thibes não teria cumprido as metas propostas pela Justiça do Trabalho. O lucro deveria ser usado para quitar as dívidas trabalhistas mas, de acordo com Lourenci, isso não aconteceu. Além disso, os débitos com os produtores da Grande Santa Rosa ultrapassam R$1 milhão.

O aluguel do frigorífico revela que ele vinha sendo utilizado em benefício de atravessadores, preocupados em burlar o fisco e abater animais irregularmente. Para Jerônimo, esta é a marca do abate clandestino.

Com informações da Assembléia Legislativa.

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