Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,23 / kg
Soja - Indicador PR R$ 151,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 159,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,31 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,49 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,57 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,20 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 153,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 151,91 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,95 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,11 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,32 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.456,41 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.349,04 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,81 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 135,09 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 150,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,72 / cx
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Suínos: USDA estima aumento de 2% na produção brasileira em 2004

Já o consumo doméstico do país é classificado como estagnado.

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Da Redação 19/11/2003 – 04h00 – A produção brasileira da carne suína é prevista aumentar em cerca de 2% em 2004, segundo novas projeções do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). Os custos com alimentação, que normalmente respondem por cerca de 75% dos custos de produção, deverão sofrer apenas um incremento moderado, devido às projeções de produção de milho para 200/04.

Já o consumo doméstico do país é classificado pelo USDA como estagnado. Na região Sul, a população consome cerca de 18 kg per capita/ano, enquanto muitas áreas do Norte consomem cerca de 66% menos.

Segundo o órgão norte-americano, aproximadamente 70% do consumo brasileiro é de carne processada, que por ser mais cara deixa os preços em desvantagem em relação às carnes bovinas e de frango.

Desde 2000, indica o USDA, as exportações brasileiras do segmento cresceram 300%, ou cerca de 8% do total da produção. Baixos custos e preços competitivas de mercado favorecem as vendas externas do País, enfatiza o órgão, particularmente para a Rússia.

Para o USDA, o Brasil vem mostrando sua habilidade exportadora ao conseguir regionalizar o status sanitário do país, depois da detecção do mal de Aujeszky em várias áreas, mantendo mesmo assim suas vendas internacionais.

O USDA também enaltece a capacidade de exportação do Brasil para outras regiões, além da Rússia. Vale destacar que as vendas externas do País tiveram em outubro o maior desempenho mensal da história em divisas cambiais, que somaram US$ 64,872 milhões, valor 20% acima do registrado em outubro de 2002.

Os embarques no mês somaram 49.701 toneladas, o segundo melhor resultado do ano, apesar de representar queda de 14,5% na comparação com o mesmo mês do ano passado.

Um dos clientes em destaque é a Argentina, que entre janeiro e outubro deste ano compraram 245% a mais, com as aquisições passando de 9.120 toneladas em 2002, para 31.483 toneladas este ano, tudo em cortes. Em faturamento, os argentinos registraram um incremento de 293% no período, com a renda total das exportações passando de meros US$ 8,8 milhões, para expressivos US$ 34,54 milhões.

No caso de Hong-Kong, o terceiro maior mercado das exportações brasileiras de carne suína, o crescimento, no mesmo período foi de 16% em volume (48.384 toneladas) e de 13% em divisas (US$ 42,180 milhões).

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