Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,52 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,43 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,12 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 157,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,69 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,69 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.462,05 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,39 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,58 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 163,44 / cx
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Exportação de frango cresce no Paraná (CLIPPING)

O incremento dos negócios está sendo possível principalmente por causa da intensificação das vendas ao mercado europeu.

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Redação AI 03/07/2001 13:57 – O aumento nas exportações brasileiras de carne de frango estimula empresas paranaenses a ampliarem a produção direcionada ao exterior. Existem no Estado 28 delas, das quais 25 são credenciadas ao Serviço de Inspeção Federal (SIF), portanto autorizadas a trabalhar no mercado internacional.

O incremento dos negócios, segundo Paulo Ferreira Muniz, presidente da Associação dos Abatedouros e Produtores Avícolas do Paraná (Avipar), está sendo possível principalmente por causa da intensificação das vendas ao mercado europeu.

De acordo com dados da Associação Brasileira de Produtores e Exportadores de Frango (Abef), a exportação brasileira de carne de frango bateu todos os recordes em maio deste ano, embarcando 110,5 mil toneladas, ante 70,8 mil do mesmo mês em 2000, o que representa elevação de 56%. Na balança cambial, o desempenho foi melhor ainda, com US$ 121,3 milhões, o que representa aumento de 60,7% em comparação ao movimento de igual período do ano passado.

Muniz observa que a União Européia, nos cinco primeiros meses deste ano, comprou 99,7 mil toneladas, 125% a mais que no mesmo período anterior. Por causa da desvalorização do real frente ao dólar, a receita cambial elevou-se a índices maiores, atingindo 184% (US$ 175,7 milhões).

“Os europeus estão substituindo a carne bovina pela de aves, como reflexo da vaca louca e da ocorrência de febre aftosa”, comenta Muniz. Na opinião dele, a tendência da mudança alimentar por questões de saúde é reforçada ainda pela “reflexão profunda” a respeito do interesse daquela região em continuar produzindo frango.

“Eles têm grande produção em espaço pequeno e enfrentam sérios problemas tanto nos aspectos sanitários quanto ambientais, porque não sabem o que fazer com os dejetos”, salienta. Mesmo que os europeus não desativem totalmente a produção, Muniz acredita que o abate não voltará aos mesmo níveis de antes.

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